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Domingo de barulho: Steve Shelley encontra GATA PIRÂMIDE + Abertura Emicaeli

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Pela segunda vez, Steve Shelley, baterista do Sonic Youth, faz show na Associação Cultural Cecília com banda formada pelos guitarristas Valério (HAB/ Valério), José Barrichello (Valério/ Jennifer Lo-Fi) e o baixista Paulo Kishimoto (Forgotten Boys). O repertório guarda muitas experimentações e improvisos, além de um espetáculo instrumental.

O show de abertura é do quinteto paulistano Emicaeli, que completa 20 anos de psicorockmetalgrungenowave em 2016.

O evento é uma produção da DESMONTA e faz parte da turnê brasileira de Shelley e GATA PIRÂMIDE.

No dia, a casa tem no cardápio brejas especiais e as iguarias do M.A.S – Projeto Gastronomico:

Burguer da casa: hamburguer de carne com queijo, rúcula, cebola caramelizada e Djonese da casa – R$15
Opção veggie: burguer de aveia com legumes – R$15
Porções de fritas e onion rings – R$10

Steve Shelley encontra GATA PIRÂMIDE + Abertura Emicaeli
15 de maio
Associação Cultural Cecília
Rua Vitorino Carmilo, 449
Santa Cecília – São Paulo (SP)
R$20 (dinheiro ou débito)
A partir das 16h | Show às 18h30 e 20h
Classificação: 18 anos

Arte de Rodrigo Chã

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Distúrbio FemininoSuper Novas

Lançamento: Clara Rey, “Eu Não Toco Violino”

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Efusiva é um selo empoderador: só lança produções femininas. Hoje tem o primeiro lançamento das minas, o single de Clara Rey, carioca da baixada, chegada em experimentações e a fim de desconstruir os paradigmas.

A faixa “Eu Não Toco Violino” tá aí pra confirmar: erudição técnica versus diy, mega produções versus lo-fi, fórmulas enlatadas versus lugares incomuns. O Divino Feminino desconhece padrões. As Efusivas também. E você?

Ouça o single:

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20 anos de Emicaeli: on fire!

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Se contar ninguém acredita, mas a banda mais desconhecida de SP completa 20 anos em 2016!

De ensaios depois das aulas do colégio a turnês na gringa, o Emicaeli se prepara pra contar duas décadas de história nos palcos e estradas lançando discos, filmes, fazendo tours e muitos shows, a começar por dividir a noite de 15/5 com Steve Shelley (baterista do Sonic Youth) e GATA PIRÂMIDE na Associação Cultural Cecília.

História a ser continuada.

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Festa de 2 anos da Howlin’ Records

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Sexta Selo - Howlin'

A Howlin’ Records, selo musical independente de São Paulo, comemora 2 anos de atividades. Promover gigs e festas legais, música de qualidade, bandas autorais: tudo isso faz parte da Howlin’ e uma celebração à altura foi montada para o aniversário.

No dia 13 de maio, a Howlin’ faz a festa e convida todo mundo para chegar junto na Associação Cultural Cecília, dentro do projeto Sexta Selo, para apresentar o show surpresa da nova banda do casting, a ser revelada no palco.

A noite ainda terá merchandising da maioria das bandas do selo, discotecagem apenas com rock nacional e a pré-estreia do documentário filmado durante as edições do Show de Rua de 2015. Além de outras novidades anunciadas na página do evento no Facebook.

A casa abre às 18h e a festa será lendária!

Saiba mais sobre a Howlin’ Records e a Associação Cultural Cecília nos links abaixo:
www.facebook.com/howlinrecords
www.howlinrecords.bandcamp.com
www.howlinrecords.com.br
www.facebook.com/associacaocecilia

Serviço:
Sexta Selo: 2 anos de Howlin’ Records com show surpresa
13 de maio
Associação Cultural Cecília
Rua Vitorino Carmilo, 449
Santa Cecília – SP (metrô Marechal Deodoro)
A partir das 18h
R$10

Arte por Rodrigo Lima

 

 

 

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Giallos chega mais casca grossa ao segundo álbum, Amor Só De Mãe

foto por Camila Visentainer 2

No primeiro álbum dos Giallos, ¡Contra! (2013), ficar atônito era a primeira reação de qualquer um. Ver no palco então, era um espetáculo à parte. A fórmula está no novo lançamento também, Amor Só De Mãe, que chega mais áspero que o debut e mostra que a música é uma das melhores armas nesses tempos de ódio e desinformação.

A realidade do nosso atual contexto político e social é uma das bases para o trabalho, não só para as letras mas para toda a angústia do instrumental, que agora foi encorpado por um theremin e um cassiotone ligado num pedal fuzz. É a História sendo contada em forma de canção. Ouça atentamente faixas como “Eles”, “Baobá Blues” e “Movimento” para sacar que a mensagem é dura, direta.

A música fala e transmite: é impossível não se envolver com o ritmo, o improviso de “Dança Macabra”, impossível não pensar com desprezo sobre o ódio e o fanatismo religioso que exterminam povos por todo o mundo, tema  de “Pombo Bomba”, ou engolir a mentalidade do “bandido bom é bandido morto” em “Memento Mori”.

“Amor Só De Mãe”, faixa-título e primeiro single lançado, é um atestado de que somos ludibriados o tempo todo pelo sistema religioso machista, o da salvação em troca de sangue, poder e dinheiro, nos fazendo esquecer que amor verdadeiro só tem uma fonte.

Pensado para o formato k7, Amor Só De Mãe tem 30 minutos cravados e cinco faixas de cada lado. Punk na essência e lo-fi na estética, o álbum foi gravado ao vivo e registra com excelência o que é o Giallos: uma explosão blues guerrilheira, que vai passar por você como um tornado deixando sequelas irreparáveis. Um respiro autêntico no mundo fake e imprescindível para o 2016 dos brasileiros.

capa CD e K7

Ouça aqui.

Giallos – Amor só de Mãe (2016)

Gravado e produzido por Lê Almeida e João Casaes no Escritório (RJ) em janeiro de 2016

Masterizado por João Casaes

Artes por Flavio Lazzarin

Todas as músicas por Giallos exceto “Eu Era Um Lobisomem Adolescente” (Rorschach/Interior/Giallos) e “Pombo Bomba” (Hot Snakes/Pezão/Giallos)

Guitarra noise em “Eu Era Um Lobisomem Adolescente” por Lê Almeida

Lançamento nº 85 da Transfusão Noise Records (RJ)

 

Giallos é:

Claudio Cox – vocal, theremin, cassiotonefuzz

Flavio Lazzarin – bateria

Luiz Eduardo Galvão – guitarra

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Pop estranho: floreosso apresenta EP de estreia

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floreosso não é o que parece.

Quando fez o primeiro (e único) show, a banda deixou a plateia chocada. Entre gritos e palavrões do vocalista/guitarrista, a qualidade musical falava mais alto, mesmo que o balburdio parecesse um ataque machista enfurecido. Era bem bonito, em total oposição às letras, que causavam certo desconforto entre os presentes. Ninguém entendeu nada e se você colocar o EP de estreia para ouvir, também não entenderá.

Uma queda pelo punk caipira na primeira faixa, uma introspecção que vira uma briga ferrenha da segunda ou o pop leve da penúltima (que entorna uns riffões stoner no final) são apenas parte da criatividade total do trabalho.

Chamado Queimada Derretida, o lançamento de estreia do floreosso é, inegavelmente, uma pérola. Assuntos polêmicos são base para os temas e o instrumental foi pensado para também ser parte da linguagem – é só perceber a raiva com que “fala” a guitarra na faixa-título, “Queimada e Derretida”. O vocoder no começo de “Raul Seixas” é como se uma voz extraterrestre tomasse frente para apresentar um texto que não podemos entender, abrindo o EP.

Um eu-lírico ora feminino ora masculino é o segredo da obra, que fala sobre homens mimados e questões edipianas, valores distorcidos de respeito à mulher, chantagem emocional e até sobre os sentimentos dicotômicos de (man)ter as rotinas. Atualidades em sentido dúbio, que precisam de interpretação e atenção, melodias que ficam na cabeça desde a primeira vez, teclados para suavizar quando guitarra, baixo e bateria se exaltam.

A realidade incomoda, deve ser por isso que floreosso também. Uma proposta para entender aos poucos, a assimilação pode demorar, mas quando bate, é forte.

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Ouça:

Spotify

Deezer

YouTube

Bandcamp

 

floreosso – Queimada Derretida (2016)

Gravado no Gritaria Mix e Master

Produzido por xibrusk e Gritaria

Mixado e Masterizado por Gritaria

 

floreosso é:

Guilherme xibrusk – bateria, voz, violão

Jair Rosa – guitarras

Renato Spinosa – teclados

Leo Ramos – Baixo

Pedro Ramos – Backing vocals

Fernando Martinez – Backing vocals

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