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“Química” é a nova do Rashid no projeto Em Construção

Rashid – Química (Foto – Granada Filmes) (3)

Já se conta um ano desde que Rashid lançou “Primeira Diss”, faixa que abre Em Construção, seu atual trabalho, uma série contínua de faixas lançadas com videoclipes. Oficializado como lançamento serial a partir de “Estereótipo”, em maio, esta é a reta final de Em Construção, que provou que o MC também tem faro de empreendedor: até agora, as faixas lançadas ultrapassam  20 milhões de plays nos serviços de streaming e os compartilhamentos são incontáveis – assim como a satisfação do público.

Rashid teve fôlego de compor, produzir e fazer vídeo para as oito músicas numa corrida digna de maratonista (não por acaso, um dos esportes preferidos dele), reunindo diversos parceiros produtores, beatmakers, cineastas e belas vozes como Luccas Carlos, Godô e Ellen Oléria. Isso mantém a inovação sempre rondando as criações e a diversidade de estilos no repertório final, como “Quimíca”, que encerra os lançamentos soltos e fecha essa primeira parte do álbum.

“O beat é pra cima e logo pensamos em chamar o Herbert Medeiros para tocar algumas melodias que passeassem no instrumental mantendo o mesmo clima. No final, ficou uma coisa meio Pharrell Willians, que a gente aqui gosta muito”, conta Rashid sobre a concepção e completa, “na verdade, foi o beat do Skeeter que me inspirou a escrever a letra, então o crédito vai pra ele”.

Mais pop e romântica, “Química” tem versos de amor, fidelidade, companheirismo e o beat moderno. Com os arranjos de teclado e uma melodiosa declaração, Rashid deixa o “love rap” fluir na mesma intensidade de suas rimas mais pesadas; abrir o coração ao amor ou à luta, a música como veículo de expressão de carinho ou de garra.

Para o vídeo, os cenários escolhidos foram as belas paisagens de São Bento da Sapucaí e Botucatu, ambas em São Paulo. Sofisticado mas sutil, o clipe é uma produção da Granada Filmes e Foco na Missão, com atuação da modelo Yasmin Félix.

Disponível nas plataformas de streaming, escolha o player aqui.

Sobre Em Construção:

O projeto é um álbum serial e audiovisual de Rashid. Com oito faixas lançadas de novembro de 2016 a dezembro de 2017, a série será compilada como disco oficial da carreira do rapper, intitulado Crise. Agendado para lançamento em janeiro, Crise terá também músicas inéditas.

Ficha técnica:

Música:

Letra e voz: Rashid

Produção: Skeeter

Teclados: Herbert Medeiros

Mix/Master: Luiz Café

Capa: Felipe Barros

Vídeo:

Direção: Cléver Cardoso e Álvaro Dominguez

Atriz: Yasmin Félix

Direção de Fotografia: Álvaro Dominguez e Davi Valente

Figurino: Marcela Araújo

Montagem: Álvaro Ruiz

Finalização: Cléver Cardoso e Álvaro Dominguez

Produção: Granada Filmes e Foco na Missão

Produção Executiva: Daniela Rodrigues

 

Outros singles de Em Construção:

Primeira Diss” – lançada em 26/11/2016

Bilhete 2.0” – lançada em 10/3/2017

Estereótipo” – lançada em 5/5/2017

Musashi” – lançada em 30/6/2017

Se Tudo Der Errado Amanhã” – lançada em 4/8/2017

Sem Sorte” – lançada em 15/9/2017

Mal com O Mundo” – lançada em 19/10/2017

 

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Kamau solta mais uma da série Avulso: “Tudo uma questão de…” sai também com videoclipe

Kamau (Foto – Ênio Cesar) bx

“Sentiu falta?”, pergunta Kamau logo no início de “Tudo uma questão de…”, música inédita que o rapper lança nesta sexta-feira, 1 de dezembro. 2017 não poderia passar batido sem material novo circulando. Com 20 anos de carreira, Kamau sabe muito bem como instigar seu público, uma base fiel de fãs que o segue desde 1997 com os primeiros sons.

Diferente de seu estilo já conhecido, nesta nova faixa, a escrita é mais solta, desamarrada de um tema principal – o que deixa o ouvinte livre para interpretar. A rima é mais lúdica e o beat encorpado pelo baixo lembra o rap de Detroit, berço de Dilla, Black Milk e outros produtores que inspiram suas criações.

Criada por Grou (produtor musical e beatmaker), a base foi concebida inicialmente como um remix de “Com Licença”, faixa de abertura do último lançamento de Kamau, o EP Licença Poética (2015), mas foi repensada para esta inédita de agora.

Depois de criada a letra, Kamau convocou Júlio Mossil para somar com o baixo, Jhow Produz complementando os teclados e o DJ Erick Jay para as colagens já características dos sons do MC.

De surpresa, a nova faixa chega também com videoclipe. Gravado numa praça no Sumaré, em São Paulo, a protagonista do vídeo é mesmo a fitinha, passada de mão em mão, diferentes gerações, a música presente em todos os momentos. Produzido, gravado e finalizado em poucos dias, o clipe tem roteiro do diretor Filipe Borba e a colaboração de vários amigos.  

“Tudo uma questão de…” é a segunda faixa da série criada por Kamau, Avulso, que sucede  “Contra” (2016), e precede a comemoração de 10 anos do primeiro álbum solo, Non Ducor Duco (2008).

A inédita também acena para a próxima década da carreira do MC, verdadeiro legado e arquivo do hip hop feito no Brasil.

Disponível em todas as plataformas de streaming, escolha o player aqui.

Ficha técnica:

Música:

Escrito e interpretado por Kamau

Produzido por Grou

Baixo por Júlio Mossil

Teclado Adicional por Jhow Produz

Scratches/Colagens por DJ Erick Jay

Gravado, mixado e masterizado por César Pierri no FlapC4

Fotos por Flavio Samelo

Arte por Gustavo Felipe | simiesco.com

Vídeo:

Direção: Filipe Borba

Assistente de direção: Vinícius Ferrari

Direção de fotografia: Laurent Refalo

Assistência de fotografia: Tato Vilela e Felipe Rodrigues

Técnico de movi: Jeff

Produção: Vinicíus Ferrari

Edição e finalização: Filipe Borba

Elenco: Zion Oliveira Silva, Kamau, Alberto “Mano Pelé” Braga, Raynan Sanchez, Marcelo “50” Santos e Jeffe Gabriel

Siga Kamau: Facebook | Twitter | YouTube | Tumblr | Instagram

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Distúrbio FemininoSuper Novas

Sammliz convida Dona Onete para cantar a divindade feminina em novo single, “Deusa da Lua (Mulher Perigosa)”

Sammliz e Dona Onete (Foto – Liliane Moreira)

A mulher soberana de si, atenta a seu divino, potência e força é a “Deusa da Lua (Mulher Perigosa)”, protagonista do novo single de Sammliz com Dona Onete, uma parceria que reforça a ancestralidade feminina e seu poder. Criada ocasionalmente durante uma festa, a canção teve seus primeiros versos cantados ali mesmo, numa conversa informal e que mais tarde seria concretizada em estúdio.

“Dona Onete começou ali mesmo, na minha frente, a esboçar letra e melodia, e rápido saquei o celular para gravar”, relembra Sammliz sobre a ocasião. “Falávamos sobre dificuldades nos começos e recomeços na vida, amores, trabalhos e do quanto ser mulher desempenhando posições de liderança é maravilhoso e também intimidador para grande parte da sociedade”, diz ela sobre o tema e a letra que canta a mulher à frente de sua vida e suas escolhas, a mulher mais perigosa dos tempos modernos.

Não fossem as guitarras pesadas, “Deusa da Lua (Mulher Perigosa)” poderia soar como um brega estiloso, um tanto sombrio, grave como as vozes que a interpretam. A magia feminina inata acena para o mundo, poderosa e confiante de si, “sem aplausos para ninguém”, como reforça o refrão.

A nova faixa é o primeiro lançamento inédito de Sammliz desde o debut Mamba, álbum solo lançado em 2016 pela Natura Musical, e chega também com videoclipe. Assinado pela diretora Adrianna Oliveira (também na direção do clipe anterior de Sammliz, “Quando Chegar o Amanhã”, e premiada com o curta-metragem “A Batalha de São Braz”), o clipe foi realizado com fundos do Edital do Prêmio Produção e Difusão Artística 2017 – Programa Seiva da Fundação Cultural do Pará (FCP).

O clipe, com belas paisagens gravadas em Mosqueiro e Belém, traz a história de uma deva (entidade feminina da natureza) aprisionada a um pequeno mundo dentro de um caleidoscópio, metáfora para a caixa de Pandora, aqui representando o olhar julgador, reducionista e de desejo da sociedade. A deusa presa no caleidoscópio é uma arma de punição à opressão (representada pelo homem que a observa como um voyeur/stalker), abordando o aprisionamento imposto à mulher por papeis estabelecidos, padronizados e cobrados pela sociedade. A liberdade da mulher perigosa retratada como luta, busca, conquista.

“Deusa da Lua (Mulher Perigosa)” é uma co-autoria de Sammliz com Dona Onete, produzida por Sammliz e Leo Chermont (Strobo) e teve direção artística de Carlos Eduardo Miranda. O single é lançado pelos selos Doutromundo e Floresta Sonora. O videoclipe, além da direção de Adrianna Oliveira, tem fotografia por Thiago Pelaes e participação de Elida Braz Zahy Tata, atriz, cineasta, produtora e ativista ambiental paraense.

(Foto: Liliane Moreira | Arte: Enio Vital)

Sammliz é atração confirmada no Festival Trêspraum, em São Paulo, no sábado, 25 de novembro, e em São Luís (MA), no Festival BR135, em dezembro.

Ouças nos canais: Spotify | Deezer | iTunes | Youtube  

Ficha técnica:

Música:

Letra e vozes por Sammliz e Dona Onete

Produzida por Sammliz e Leo Chermont

Mixada por Rodrigo Sanches (Rootsans Studio)

Masterizada por Fernando Sanches (Estúdio El Rocha)

Direção artística por Carlos Eduardo Miranda

Lançamento por Doutromundo e Floresta Sonora

Vídeo:

Direção: Adrianna Oliveira

Assistência de direção: Adriana Faria

Direção de fotografia: Thiago Pelaes

Assistência de fotografia: Kemuel Carvalheira e Júlio Cesar

Produção executiva: Sammliz e Luana Klautau

Coordenação de produção: Luana Klautau

Produção: Thamires Veloso e Laís Teixeira

Direção de arte: Tita Padilha

Making of e still: Erik Lopes, Liliane Moreira

Elétrica: Jerri Pamplona

Atriz: Elida Braz Zahi Tata e Kemuel Carvalheira

Catering: Regina

Siga Sammliz: Site oficial | Facebook | Instagram | YouTube

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Produção CulturalSuper Novas

25 anos de Incesticide: banda faz show-tributo ao álbum mais torto do Nirvana

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Incesticide é diferente dentro da discografia do Nirvana.

Não foi composto para ser um disco.

Em 1992, o selo DGC, parte da gravadora Geffen Records, exigia um novo álbum após o sucesso astronômico de Nevermind no ano anterior.

Kurt Cobain teve total autonomia para escolher as faixas, criar as artes e escolher faixas que passam pelo punk, metal, pop e stoner. O setlist apresenta composições dos primórdios do Nirvana, gravadas em diferentes cidades, estúdios e que envolveram quatro bateristas diferentes: Chad Channing, Dan Peters (Mudhoney), Dale Crover (Melvins) e Dave Grohl.

Pintura original feita por Kurt Cobain e usada na composição da arte de capa.

O repertório com lados B, demos e versões, é um punhado de referências isoladas e aleatórias que sempre fizeram parte do imaginário do Nirvana. Interpretar The Vaselines e Devo já dá a deixa da extensão das referências; punk rock distorcido, microfonia, lo-fi também fazem parte.

Lançado em 14 de dezembro de 1992, Incesticide agora completa 25 anos. Penúltimo trabalho do Nirvana antes da morte de Kurt Cobain, esse compilado já rendeu muita trilha nas festinhas, pogos e hits como “Dive”, “Sliver” e “Aneurysm”.

Para comemorar a data e reforçar o brilhantismo dessa obra um tanto tosca, uma banda formada para executar o repertório de Incesticide na íntegra faz show único em São Paulo, no dia 12 de dezembro. Composta por integrantes de bandas como Emicaeli, Combover, Caimbra, Dercy e Sheila Cretina, a formação tem Alexandre Pereira (guitarra e voz), Caio Casemiro (bateria e voz), Carlos Eduardo Freitas (baixo e voz) e Renato Joseph (voz), e leva a alcunha de Incesticiders.

 

Serviço:

25 anos de Incesticide: show-tributo ao álbum do Nirvana

Terça-feira, 12 de dezembro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

A partir das 19h | Show às 21h

R$10 (dinheiro/débito)

Promo de bebidas no dia!

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Super Novas

Armando Lôbo lança um olhar amoroso e sádico sobre a música brasileira com novo álbum Myopic Serenade

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Myopic Serenade não é apenas um álbum de canções, é um ato dramático, uma narrativa visual e literária. Obra da mente irrequieta de Armando Lôbo, compositor, arranjador e poeta, este novo trabalho vem para confirmar a qualidade visionária de sua produção musical.

Hábil em proclamar culturas tão díspares como o folclore nordestino, a cultura clássica e as vanguardas modernas e contemporâneas, Armando Lôbo aventura-se por uma miríade de cenários bastante imaginativos. A miopia é usada como uma metáfora de diferentes visões da realidade que enxerga. Por meio de sua lente épica, lírica e às vezes satírica, exibe figuras alegóricas e arquétipos desconcertantes.

(Foto – Suzanne Heffron | Arte: Renée Melo)

Um certo tom de expressionismo e fantasia de Myopic Serenade denota uma violência simbólica e sutil. Os temas do álbum são ácidos (às vezes sádicos), concebidos e executados para mexer mesmo na realidade e nos nervos do ouvinte.

Na distopia da pós-modernidade, o erotismo chulo ou transcendente, a androginia, a festa, e a decadência suicida marcam presença no trabalho, a começar pela faixa-título, “Myopic Serenade”, uma epifania intensa, cheia de nuances graves, uma “trans-ópera” psicodélica onde o canto lírico de uma soprano agoniza e gargalha em seresta surreal, onde queers desfilam lado a lado com tories (conservadores britânicos), em um beco boêmio do Rio de Janeiro. Cheio de simbolismos, o álbum tem figuras como o sambista de “Mr. Hangman”, que caminha para a forca ao som de um trompete de gafieira jazzística, ou “Mestre Coriolano”, personagem baseado no Coriolanus de Shakespeare, adaptado por Lôbo para a cultura popular nordestina na forma de um maracatu rural com final ensandecido.

A música, o som como um delírio fascinante e perigoso. A canção “Lady Lazarus” narra o suicídio da poetisa americana Sylvia Plath, ao mesmo tempo em que homenageia David Bowie. Um proibidão cheio de palavrões possui nome de filosofia erótica hindu: “Tantra”, uma catarse elaborada e vagabunda, que faz uma provocação à onda opinativa rasteira da cultura brasileira atual através da combinação de funk carioca com a música de vanguarda eletroacústica. A tradição popular como ficção vinda dos fios elétricos e do barro, o boi do Maranhão recriado em “Pindaré Reloaded”, o enluarado cavaco em diálogo com texturas eletrônicas em “The Loner and the Crowd”, o entrechoque que almeja anular os opostos.

Myopic Serenade exibe um outro olhar sobre a música brasileira, um olhar com cheiro e fome.

O álbum chega a todas as plataformas de streaming na terça-feira, 21 de novembro. O videoclipe de “Pindaré Reloaded” será lançado na quarta-feira, dia 22, e é uma criação da artista visual romena Oana Stanciu.

Visite o site oficial e escolha o player para ouvir Myopic Serenade.

Na mídia:

“No Myopic Serenade há desde uma recuperação de O Circo Vai Lotar no repertório da Santa Boemia a uma recriação do hino folclórico do Maranhão, em “Pindaré Reloaded” (que poderia chamar de “Boi de Macbeth”)” e “um funk artístico preservando a bela vulgaridade do estilo, “Tantra (Proibidão)”, a canção mais erudita do disco”.  (Por Marcelo Pereira, no Jornal do Commercio (PE))

“Multiartista de ligações diretas com a literatura e artes visuais, o compositor erudito/popular pernambucano Armando Lobo prepara um lançamento que colocará em novo patamar a MPB projetada no exterior.” (Por Tárik de Souza, no IMMub (RJ))

Biografia:

Atualmente vivendo na Europa, o recifense Armando Lôbo é músico, cantor e poeta. Possui sólida carreira que passeia entre a música de concerto e a música popular, sempre movido por uma verve experimental e abrangente numa simbiose entre literatura, cinema e até religião para criar suas peças sonoras. Lôbo tem três discos solos lançados, entre eles Vulgar & Sublime (2007) e Técnicas Modernas do Êxtase (2012); coleciona feitos como ter recebido o Prêmio da Música Brasileira, em 2010, pelo disco de estreia da Orquestra Frevo Diabo e o Prêmio Funarte, em 2012 e 2016, por Composição Clássica. Armando desenvolve tese de PhD em Composição Musical, na University of Edinburgh, na Escócia.

Myopic Serenade, Arte por Renée Melo: Armando sofre de uma distrofia ocular chamada ceratocone, sua córnea tem forma cônica, pontuda, e a condição vai se acentuando ao longo do tempo. Sem intervenção, a córnea vai se deformando até impedir a visão. A imagem da capa é uma interpretação artística de um exame de topografia corneana, que justamente mapeia o relevo irregular da córnea.

Tracklist:

  1. Myopic Serenade (Armando Lôbo)
  2. Pindaré Reloaded (Armando Lôbo / Domínio Público) esta peça é uma recriação livre da canção tradicional “Boi de Pindaré”, parte do folclore do Maranhão (Brasil)
  3. Vade Retro (Guto Brinholi) – versão em inglês por Armando Lôbo
  4. The Bride Song (Armando Lôbo /  Renato Rezende)
  5. Lady Lazarus (Armando Lôbo)
  6. Mr. Hangman (Armando Lôbo)
  7. The Loner and The Crowd (Armando Lôbo)
  8. Mestre Coriolano (Armando Lôbo)
  9. Tantra (Proibidão) (Armando Lôbo)

Ficha técnica:

Armando Lôbo – vozes, guitarra, cavaquinho, sintetizador, percussão, programação, edição de áudio

Lissa Robertson –  vozes em “Lady Lazarus” e “Mr Hangman”

Lavinia Blackwall – vozes em “Myopic Serenade”

Scott Jamieson – bateria

Guto Brinholi – baixo elétrico (e no coro de “Mestre Coriolano”)

Alípio C Neto – saxofone (e no coro de “Mestre Coriolano”)

Cameron Oogabooga Jay – trumpete

Michael Owers – trombone baixo

Produzido por Armando Lôbo

Mixado por Graeme Young e Armando Lôbo

Masterizado por Mandy Parnell (Black Saloon, Londres)

Gravado no Chamber Studio (Edinburgh, UK), Boca de Lobo (Edinburgh, UK), Post Electric Studio (Edinburgh, UK) e Insugherata Live Recordings (Roma, Itália)

Engenheiros de gravação: Graeme Young (Chamber Studios), Kris Pohl (Post Electric Studio), Francesco Lo Cascio (IRL) e Armando Lôbo (Boca de Lobo)

Fotos: Suzanne Heffron

Design gráfico: Renée Melo

Acompanhe:

Site oficial

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Produção CulturalSuper Novas

La Verità, álbum de estreia da italiana Aramà, tem show de lançamento em São Paulo, em 20 de novembro

Aramà – Por Maurízio Fantini (1) – bx

Aramà, cantora e compositora italiana, chega ao Brasil para mostrar ao vivo seu primeiro álbum, La Verità, lançado em agosto e já apresentado na Itália e Cabo Verde. Reconhecida como nome emergente da música pop europeia atual, Aramà também mantém boas relações no Brasil, onde já fez shows, participações e lançou singles como “É com você”, com Ivo Mozart.

(Foto – Maurízio Fantini)

Nesta apresentação, no dia 20 de novembro, na Associação Cultural Cecília, Aramà reúne alguns dos convidados e parceiros do álbum como DJ Kalfani, o duo paraense Strobo, em “Summersky”, e Guda Monteiro, co-autor da faixa-título “La Verità” e “O Medo”. Fernandinho Beat Box também está escalado para fazer uma participação especial e  Kalfani é quem comanda o som durante toda noite.

Com banda formada por Raphael Coelho (percussão), Thais Andrade (teclado), Joey Mattos (guitarra e voz) e DJ Kalfani, Aramà mostra o pop intercontinental que tem conquistado a Europa com swing brasileiro, axé, funk, guitarrada e outros. Faixas do álbum como “Show me your light”, “Chica Boom” e o último single de trabalho, “Axè Babà Oxalà”, cujo clipe foi gravado em Cabo Verde, estão no repertório. O set tem ainda uma interpretação de “Não mexe comigo”, de Maria Bethânia, uma das inspirações verde-amarelas de Aramà.

Aproveitando esta passagem pelo país, ela lança o single inédito de “Maracujá”, produzido por Renato Galozzi, guitarrista e produtor musical com trabalhos ao lado de Sérgio Britto, Tiê, Renato Godá e Paulo Ricardo. Um outro single, “Ganesha”, também está sendo finalizado e é uma co-produção com DJ Kalfani, integrante do grupo Pollo e talento da discotecagem hip hop nacional; a faixa também tem participação de um artista revelação da música brasileira em 2017.

Aramà deve gravar vozes e cenas para o novo clipe durante os dias em São Paulo e  participa da apresentação de Sivuca Silvanny (percussionista do Emicida e regente da Banda Alana), na quinta-feira (23), no Z Carniceria.

Serviço:

Aramà apresenta La Verità

Show de lançamento com DJ Kalfani, Strobo (PA), Guda Monteiro e Fernandinho Beat Box

Segunda-feira, 20 de novembro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449 | São Paulo (SP)

A partir das 19h | Show às 20h30

Discotecagem DJ Kalfani

R$20 (dinheiro/débito)

Evento no Facebook aqui.

Bio: Giulia Carmentano é Aramà, compositora que se divide entre a terra natal, Itália, e o Brasil. Apaixonada por nossa cultura, costumes e música, Aramà compõe e produz material com artistas brasileiros desde 2012. Resultado de suas boas relações no país, ela já lançou single com Ivo Mozart, contou com Marcelo Mira na música “Nega Virtual”, em sua apresentação no Showlivre, em 2014, e outros. O primeiro álbum, La Verità, chegou em agosto de 2017 e reúne nomes como Walmir Borges, Strobo, DJ Kalfani e Sidmar Vieira.

Ouça La VeritàSpotify | Deezer | iTunes | Google Play | Bandcamp

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Aramà vai a Cabo Verde mostrar a beleza da Ilha da Boa Vista em novo clipe – assista “Axè Babà Oxalà”

Aramà – Axè Babà Oxalà (Foto -Luca Condorelli) (4)

Em novo clipe, a italiana Aramà aparece em cenários paradisíacos, figurinos deslumbrantes e combina a paleta de cores com as batidas rítmicas de “Axè Babà Oxalá”, faixa do álbum recém lançado, La Verità, o primeiro de sua carreira. De proporção intercontinental, o vídeo foi gravado na Ilha da Boa Vista, uma das praias mais extensas de Cabo Verde. O set africano foi escolhido para dar ainda mais sentido à temática espiritualista da música, inspirada na força criadora e renovadora do orixá Oxalà, a entidade mais poderosa do candomblé.

Propício para climas tropicais, o beat produzido por Sien Jay, artista e produtor italiano, dá um colorido à mensagem da letra, de deixar o passado e abrir caminho para o presente. Oxalà, como pai da fecundação e da vida, também proporciona a luz para iluminar mentes e espíritos para saírem da escuridão, assim com a metáfora da Flor do Sertão, usada por Aramà na composição para representar as sementes que brotam mesmo na aridez.  

Aramà apresenta um pouco da Ilha e de seus habitantes: dançarinos, percussionistas, artesãos e até uma mulher xamã. Mas o grande protagonista da região é o vento – poderoso, livre, que sopra as boas novas. Almejado por kitesurfers de todo o mundo, as correntes de ar de Cabo Verde simbolizam um veículo capaz de levar embora dores antigas e retornar com prosperidade e conquistas, mudando os cenários da mesma maneira como a areia soprada pelas rajadas constrói paisagens novas.

O vídeo foi lançado primeiramente na Itália, com show no luxuoso Bravo Caffè, em Bologna, com banda ao vivo, em janeiro. O álbum foi apresentado na Piazza Maggiore, também em Bologna, numa das maiores festas de rua da Itália, durante o feriado do Dia do Trabalho, em 1 de maio. Aramà, que divide o coração e costumes entre Itália e Brasil, desembarca em território nacional no mês de novembro para lançar o álbum La Verità ao lado de convidados. Um single inédito e mais compromissos na agenda devem ser anunciados nos próximos dias.

(Foto – Luca Condorelli)

Ficha técnica:

Música: Aramà, Renato Droghetti e Sien Jay
Letra: Aramà
Produção artística: Sien Jay
Percussões: Silvanny Rodriguez Sivuca
Produção executiva: Humana Skala
Patrocinadores: Município da Boa Vista, Iberostar Hotels & Resorts, Novanta Capoverde, Byo Cell, Morabeza, NH21 Investment, White Hotel, SDTIBM
Locação: Cabo Verde, Ilha de Boa Vista
Video Maker: Luca Condorelli
Roteiro: Aramà
Montagem: Aramà & Luca Condorelli
Color granding: Luca Condorelli e Michele Innocente
Produção geral:  Humana Skala  & Mandinga Strategy
Make up & hair style: Valeria Orlando (Vor Make up)
Figurino: Kore Collections & Lou Toi, Rahama Boa Vista (African Clothes), Anika Esposito e Sandra Donati
Acessórios: Wild Child Dzigns
Mãe de santo: Hirondina Maria Lima
Dançarinos: Stenio, Sergio e Bruno
Percussionistas: African Djembè

(Foto – Luca Condorelli)

Bio: Giulia Carmentano é Aramà, compositora que se divide entre a terra natal, Itália, e o Brasil. Apaixonada por nossa cultura, costumes e música, Aramà compõe e produz material com artistas brasileiros desde 2012. Resultado de suas boas relações no país, ela já lançou single com Ivo Mozart, contou com Marcelo Mira na música “Nega Virtual”, em sua apresentação no Showlivre, em 2014, e outros. O primeiro álbum, La Verità, chegou em agosto de 2017 e reúne nomes como Walmir Borges, Strobo, DJ Kalfani e Sidmar Vieira.

Ouça La VeritàSpotify | Deezer | iTunes | Google Play | Bandcamp

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Armando Lôbo apresenta novo álbum, Myopic Serenade, com dois singles de estreia – ouça “Myopic Serenade” e “Vade Retro”

Armando Lôbo (Foto – Suzanne Heffron) baixa (5)

“Eu penso a canção e as peças instrumentais como narrativas visuais ou ideias literárias”, conta o artista Armando Lôbo, que se prepara para lançar seu novo disco, Myopic Serenade, obra que soa como uma trilha sonora para um filme inexistente, um universo entre arquétipos clássicos e alegorias modernas que está pronto para ser desvendado. 

(Foto – Suzanne Heffron | Arte – Renée Melo)

Marcado por um encontro certeiro entre a música pop, a música clássica e os experimentos avant-garde, Armando Lôbo desenvolve uma música policultural, como ele próprio gosta de dizer. Isso pode ser notado em sua biografia: nasceu e começou sua carreira musical em Recife, depois foi atrás de novas trajetórias no Rio de Janeiro e, atualmente vivendo em Edimburgo, (Escócia), Lôbo cria a partir de sua brasilidade e de sua herança nordestina mas sempre mirando o universal.

O cenário onírico, brasileiro e abrangente de Armando pode ser ouvido nos dois primeiros singles que anunciam o álbum completo, “Vade Retro” e a faixa-título “Myopic Serenade”. “Vade Retro”, composta por Guto Brinholi (músico, regente e compositor sorocabano), funciona como um rock-maracatu e esconjura extremismos, ideal para o ambiente polarizado do mundo atual. “Myopic Serenade” tem a participação da soprano escocesa Lavinia Blackwell e possui um arranjo inusitado de eletrônica e cavaquinho, naquilo que Lôbo classifica como “uma seresta contemporânea que atualiza o amor cortês do século XII”. 

Estes primeiros singles são um prelúdio perfeito à narrativa lúdica e fantástica do álbum completo. Entre ecos de Björk, Nick Cave e Vicente Celestino, Myopic Serenade guarda ainda inúmeras surpresas e uma experiência sensorial ao ouvinte.  

Ouça:

Myopic Serenade

Vade Retro

Biografia: Atualmente vivendo na Europa, o recifense Armando Lôbo é músico, cantor e poeta. Possui sólida carreira que passeia entre a música de concerto e a música popular, sempre movido por uma verve experimental e abrangente numa simbiose entre literatura, cinema e até religião para criar suas peças sonoras. Lôbo tem três discos solos lançados, entre eles Vulgar & Sublime (2007) e Técnicas Modernas do Êxtase (2012); coleciona feitos como ter recebido o Prêmio da Música Brasileira, em 2010, pelo disco de estreia da Orquestra Frevo Diabo e o Prêmio Funarte, em 2012 e 2016, por Composição Clássica. Atualmente desenvolve tese de PhD em Composição Musical, na University of Edinburgh, na Escócia.

 

(Foto – Suzanne Heffron)

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Novo single/clipe de Rashid, “Mal com o mundo”, dá sequência ao projeto Em Construção

Rashid – Mal com o mundo capa (Foto – Evandro Macedo e Arte – Felipe Barros)

“Mal com o mundo” é o novo single a compor o projeto Em Construção, de Rashid. Este trabalho marca os 10 anos da carreira do MC e é um lançamento serial em que o artista libera um single/clipe a cada mês; Em Construção soma agora sete faixas e o material inédito reúne trechos da história de Rashid contada e cantada através das estrofes. Essas composições são atuais e estão sendo escritas entre um single e outro, retratando as vivências de hoje com uma visão de quem relembra sua trajetória não apenas pelas barreiras mas principalmente pela superação.

(Foto: Evandro Macedo)

Nascido na Zona Norte de São Paulo e criado na pequena Ijaci (MG) numa família humilde, Rashid poderia ser só mais um nas estatísticas, vivendo a realidade do cenário de “Estereótipo”, terceiro single da série. No entanto, a persistência em mudar o próprio destino sempre foi maior, prova disso é sua carreira consolidada e o forte relacionamento que tem com público e mídia. Neste trabalho atual, Em Construção, os temas mostram que mesmo sendo parte da classe artística, Rashid ainda se depara com racismo e preconceitos diários e se vê com o dever de desacorrentar a escravidão de 400 anos que ainda ressoa hoje.

O rap lírico (já uma marca de seu estilo) conduz de maneira muito singular episódios do cotidiano, narrativas protagonizadas por ele mesmo ou relatos de personagens que a história tentou enterrar, como Rafael Braga. Com este mote, o novo single, “Mal com o mundo”, reflete sobre a infinidade de desigualdades e notícias ruins que nos rodeiam o tempo todo, “é um reflexo cru de boa parte dos dias de hoje, sem maquiagem”, conta ele. “É o grito de quem não gosta de reclamar, mas tem dia que é assim: parece que o mundo está de mal de você”, acrescenta sobre estarmos indefesos do mundo lá fora.

Rashid se estende por quase cinco minutos versando sob base minimalista e bem climática, o tom certo para dar ainda mais relevância ao aforismo da letra. O clipe, uma co-produção da Foco na Missão e NTPFilmes, teve cenas gravadas no Jardim Nakamura, zona sul de São Paulo, captação com drone e mantém a sequência de vídeos estilosos do projeto Em Construção.

Ouça: iTunes | Spotify | Deezer | Google Play | Napster

Ficha técnica:

Música – Letra e voz: Rashid, Produção: Wzy, Mix e master: Luiz Café, Capa: Foto – Evandro Macedo | Arte – Felipe Barros

Clipe – Produzido por Foco na Missão e NTPFilmes, Direção, edição e câmera: Devastoprod, Direção de fotografia e câmera: Evandro Macedo, Drone: Nene (Fluxo Imagem), Assistentes: Daniela Rodrigues e Rodrigo Davids, Making of: Willan Graniero, Graffiti: Michel Onguer

Outros singles de Em Construção:

Primeira Diss” – lançada em 26/11/2016

Bilhete 2.0” – lançada em 10/3/2017

Estereótipo” – lançada em 5/5/2017

Musashi” – lançada em 30/6/2017

Se Tudo Der Errado Amanhã” – lançada em 4/8/2017

Sem Sorte” – lançada em 15/9/2017

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Super Novas

Paula Cavalciuk vai do Sul ao Norte com divulgação do álbum Morte e Vida – compositora sorocabana percorre o Brasil com novidades

Paula Cavalciuk – Morte e Vida Uterina (Por Daniel Bruson) alta (4)

Quando anunciou que lançaria o primeiro álbum, Paula Cavalciuk já estava em alta cotação por conta da estreia com Mapeia (EP, 2015) e porque ela já tinha conquistado algumas partes do Brasil com sua voz e performance em shows solo e outros projetos. A proposta do “pop planetário”, criada por ela mesma, refere-se mais ao pop do popular e do tradicional, da raiz que se torna uma referência planetária. Com essa direção, quando o álbum Morte & Vida (julho, 2016) chegou, o caráter universal da música de Paula Cavalciuk ficou explícito. Isso foi endossado pelas letras, pelos idiomas (português, espanhol, inglês e até uma língua inventada) e, principalmente, pela pluralidade de estilos apresentada nas composições – jazz, reggae, tango, guarânia, samba, carimbó, rock, muito groove e psicodelia.

Neste pouco mais de um ano após o lançamento de Morte & Vida, é possível dizer que Paula e banda estão chegando aonde poucos artistas independentes pequenos conseguem porque estão apostando massivamente em circular pelas regiões mais distantes e conquistar os interiores do país. Com muito planejamento, o disco já rendeu cerca de 70 shows desde que foi lançado e inclui uma turnê corajosa de muitos mil km rodados de carro, entre janeiro e fevereiro, que passou por RJ, ES, BA, SE, PE, AL, PB e RN.

Os planos aumentaram para este segundo semestre e novas turnês já estão agendadas. Em outubro, eles partem para shows no Sudeste e Sul, passando por SP, PR, SC e RS. Em novembro, o roteiro vai do Nordeste ao Norte, com apresentações já confirmadas no Festival DoSol (Natal), em Teresina e também São Luís.

Em paralelo, a figura e persona de Paula Cavalciuk têm uma grande projeção na mídia. Isso é mais um fator que soma à crescente popularidade dela e que demonstra a força artística, feminista e estética que ela promove. Recentemente, Paula protagonizou a série Na Rota do Rock, uma road trip com outros três artistas a bordo de um motor home. Produzida pela Sky Brasil, o clímax da série foi a apresentação deles no palco Sky Rock Station dentro do Rock in Rio 2017. Nos últimos dias, Paula foi manchete em matéria da revista Contigo! sobre o Festival Febre, realizado em Sorocaba no final de semana de 7 e 8 de outubro, e apresentou seu novo clipe, “Morte e Vida Uterina”, com estreia no portal de inovação e criatividade Hypeness. Estes são apenas exemplos do alcance vasto e diversificado que Paula Cavalciuk atinge, variando os meios e chegando cada vez mais para públicos diferentes.

De olho nas tendências do consumo de música atual (a música audiovisual), os materiais em vídeo que o álbum Morte & Vida rendeu também são dignos de menção. Os clipes oficiais de “O Poderoso Café” e “Morte e Vida Uterina” ganharam o mesmo tratamento gráfico do álbum e são trabalhos com identidade visual marcante.

Ambos produzidos e dirigidos por Daniel Bruson – já experiente diretor de animação que tem no currículo, entre outros, um prêmio no Anima Mundi 2016, a direção de vários videoclipes e direção de arte da série “Angeli the Killer”, exibida pelo Canal Brasil – os clipes traduziram em vídeo a essência da música de Paula, uma obra artística com muitos detalhes pessoais, sentimentalismo e muita vida.

Lançado na primeira semana de outubro, a inovadora animação em stop motion virou por si só uma linguagem visual referencial à Paula e seu universo cotidiano. Uma história sobre a entrada na puberdade da mulher usando elementos corriqueiros como correntes, folhas secas, botões e recortes, são a chave para a beleza simples e distinta do vídeo. Um trabalho intuitivo e artesanal, o clipe trata com bastante humanidade as mudanças trazidas pela menstruação e capta essas sensações através das texturas, elementos, velocidades e cenários de cada cena.

Os dois clipes oficiais fazem parte do projeto “Morte, Vida e Café”, realizado com o Apoio Institucional da Prefeitura Municipal de Sorocaba, através da Secretaria de Cultura – Lei de Incentivo à Cultura nº11.066/2015. Uma das contrapartidas é uma oficina gratuita de animação ministrada pelo diretor Daniel Bruson, a ser realizada em Sorocaba, no dia 21 de outubro, para até 30 participantes. Os interessados devem se inscrever pelo formulário (link aqui), até 20 de outubro.

A agenda completa da #MorteEVidaTour pelo Nordeste e Norte, em novembro, deve ser anunciada em breve.

(Foto: Divulgação)

Paula Cavalciuk é acompanhada por Vinícius Lima (guitarra), Pêu Ribeiro (baixo) e Ítalo Ribeiro (bateria, percussão e mpc).

Agenda #MorteEVidaTour Sudeste e Sul:

8/outubro: Festival Febre | Sorocaba (SP)

11/outubro: Itapeva (SP)

12/outubro: Curitiba (PR)

13/outubro: Florianópolis (SC)

14/outubro: Pomerode (SC)

15/outubro: Blumenau (SC)

20/outubro: Caxias do Sul (RS)

21/outubro: Passo Fundo (RS)

22/outubro: Porto Alegre (RS)

Vídeos:

Morte e Vida Uterina” (campanha #PorTodasElas) – lançado em junho, 2016

Ruína” – lançado em novembro, 2016

O Poderoso Café” – lançado em fevereiro, 2017

Morte e Vida Uterina” (clipe oficial) – lançado em outubro, 2017

Ouça o álbum Morte & Vida:

Site oficial (com download gratuito) | Spotify | TIDAL | Google Play | Napster | Deezer | iTunes | SoundCloud | Youtube

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