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Paula Cavalciuk vai do Sul ao Norte com divulgação do álbum Morte e Vida – compositora sorocabana percorre o Brasil com novidades

Paula Cavalciuk – Morte e Vida Uterina (Por Daniel Bruson) alta (4)

Quando anunciou que lançaria o primeiro álbum, Paula Cavalciuk já estava em alta cotação por conta da estreia com Mapeia (EP, 2015) e porque ela já tinha conquistado algumas partes do Brasil com sua voz e performance em shows solo e outros projetos. A proposta do “pop planetário”, criada por ela mesma, refere-se mais ao pop do popular e do tradicional, da raiz que se torna uma referência planetária. Com essa direção, quando o álbum Morte & Vida (julho, 2016) chegou, o caráter universal da música de Paula Cavalciuk ficou explícito. Isso foi endossado pelas letras, pelos idiomas (português, espanhol, inglês e até uma língua inventada) e, principalmente, pela pluralidade de estilos apresentada nas composições – jazz, reggae, tango, guarânia, samba, carimbó, rock, muito groove e psicodelia.

Neste pouco mais de um ano após o lançamento de Morte & Vida, é possível dizer que Paula e banda estão chegando aonde poucos artistas independentes pequenos conseguem porque estão apostando massivamente em circular pelas regiões mais distantes e conquistar os interiores do país. Com muito planejamento, o disco já rendeu cerca de 70 shows desde que foi lançado e inclui uma turnê corajosa de muitos mil km rodados de carro, entre janeiro e fevereiro, que passou por RJ, ES, BA, SE, PE, AL, PB e RN.

Os planos aumentaram para este segundo semestre e novas turnês já estão agendadas. Em outubro, eles partem para shows no Sudeste e Sul, passando por SP, PR, SC e RS. Em novembro, o roteiro vai do Nordeste ao Norte, com apresentações já confirmadas no Festival DoSol (Natal), em Teresina e também São Luís.

Em paralelo, a figura e persona de Paula Cavalciuk têm uma grande projeção na mídia. Isso é mais um fator que soma à crescente popularidade dela e que demonstra a força artística, feminista e estética que ela promove. Recentemente, Paula protagonizou a série Na Rota do Rock, uma road trip com outros três artistas a bordo de um motor home. Produzida pela Sky Brasil, o clímax da série foi a apresentação deles no palco Sky Rock Station dentro do Rock in Rio 2017. Nos últimos dias, Paula foi manchete em matéria da revista Contigo! sobre o Festival Febre, realizado em Sorocaba no final de semana de 7 e 8 de outubro, e apresentou seu novo clipe, “Morte e Vida Uterina”, com estreia no portal de inovação e criatividade Hypeness. Estes são apenas exemplos do alcance vasto e diversificado que Paula Cavalciuk atinge, variando os meios e chegando cada vez mais para públicos diferentes.

De olho nas tendências do consumo de música atual (a música audiovisual), os materiais em vídeo que o álbum Morte & Vida rendeu também são dignos de menção. Os clipes oficiais de “O Poderoso Café” e “Morte e Vida Uterina” ganharam o mesmo tratamento gráfico do álbum e são trabalhos com identidade visual marcante.

Ambos produzidos e dirigidos por Daniel Bruson – já experiente diretor de animação que tem no currículo, entre outros, um prêmio no Anima Mundi 2016, a direção de vários videoclipes e direção de arte da série “Angeli the Killer”, exibida pelo Canal Brasil – os clipes traduziram em vídeo a essência da música de Paula, uma obra artística com muitos detalhes pessoais, sentimentalismo e muita vida.

Lançado na primeira semana de outubro, a inovadora animação em stop motion virou por si só uma linguagem visual referencial à Paula e seu universo cotidiano. Uma história sobre a entrada na puberdade da mulher usando elementos corriqueiros como correntes, folhas secas, botões e recortes, são a chave para a beleza simples e distinta do vídeo. Um trabalho intuitivo e artesanal, o clipe trata com bastante humanidade as mudanças trazidas pela menstruação e capta essas sensações através das texturas, elementos, velocidades e cenários de cada cena.

Os dois clipes oficiais fazem parte do projeto “Morte, Vida e Café”, realizado com o Apoio Institucional da Prefeitura Municipal de Sorocaba, através da Secretaria de Cultura – Lei de Incentivo à Cultura nº11.066/2015. Uma das contrapartidas é uma oficina gratuita de animação ministrada pelo diretor Daniel Bruson, a ser realizada em Sorocaba, no dia 21 de outubro, para até 30 participantes. Os interessados devem se inscrever pelo formulário (link aqui), até 20 de outubro.

A agenda completa da #MorteEVidaTour pelo Nordeste e Norte, em novembro, deve ser anunciada em breve.

(Foto: Divulgação)

Paula Cavalciuk é acompanhada por Vinícius Lima (guitarra), Pêu Ribeiro (baixo) e Ítalo Ribeiro (bateria, percussão e mpc).

Agenda #MorteEVidaTour Sudeste e Sul:

8/outubro: Festival Febre | Sorocaba (SP)

11/outubro: Itapeva (SP)

12/outubro: Curitiba (PR)

13/outubro: Florianópolis (SC)

14/outubro: Pomerode (SC)

15/outubro: Blumenau (SC)

20/outubro: Caxias do Sul (RS)

21/outubro: Passo Fundo (RS)

22/outubro: Porto Alegre (RS)

Vídeos:

Morte e Vida Uterina” (campanha #PorTodasElas) – lançado em junho, 2016

Ruína” – lançado em novembro, 2016

O Poderoso Café” – lançado em fevereiro, 2017

Morte e Vida Uterina” (clipe oficial) – lançado em outubro, 2017

Ouça o álbum Morte & Vida:

Site oficial (com download gratuito) | Spotify | TIDAL | Google Play | Napster | Deezer | iTunes | SoundCloud | Youtube

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Produção CulturalSuper Novas

Herod toca Kraftwerk ao vivo: banda apresenta álbum-tributo na íntegra em show de lançamento no sábado, 21 de outubro

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A Herod tem na discografia seis lançamentos (4 álbuns e 2 EPs) realizados desde 2008. Base para a formação do selo Sinewave, a banda, criada em 2006 e primeiramente batizada de Herod Layne, logo tornou-se referência do post-rock e noise brasileiros, o que fomentou o nicho e agregou bandas desses estilos ao catálogo do selo, hoje um dos mais bem estruturados do país.

Passados os álbuns autorais, em 2017, a Herod deu um passo fora da curva e colocou no ar um álbum-tributo aos icônicos alemães Kraftwerk com o título direto: Herod Plays Kraftwerk. Mesmo que sejam versões, o compilado de faixas, sete no total, têm em si o caráter de música própria já que recriar este repertório demandou criatividade de compositor. Refazer os efeitos eletrônicos com o orgânico de baixo, guitarra e bateria, foi também uma criação intuitiva que precisou ser desenvolvida com vários estudos percussivos, de timbres e pedais.

 

Lançado em 1 de setembro, agora é a hora de começar a ver Herod Plays Kraftwerk no palco. Já testado ao vivo em 2016 com shows em Santo André (74Club), Sorocaba (Asteroid) e São Paulo (Casa do Mancha e Sesc Pompeia), a estreia com o disco na mão acontece no sábado, 21 de outubro, na Associação Cultural Cecília, também em São Paulo.

Na ocasião, a Herod recebe Victor de Almeida (Projeto Sonho e Marinho), na segunda guitarra durante todo o show, e apresenta o álbum na íntegra.

Herod é Daniel Ribeiro (guitarra), Sacha Ferreira (guitarra), Elson Barbosa (baixo) e Bruno Duarte (bateria).

(Foto – Divulgação)

Serviço:

Herod Plays Kraftwerk – show de lançamento

Sábado, 21 de outubro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449 | São Paulo – SP

A partir das 19h | Show às 21h

R$15 (dinheiro/débito)

Ouça Herod Plays Kraftwerk: Bandcamp | Spotify | Deezer | Google Play

Siga Herod: Bandcamp | Facebook | Instagram

Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 190 álbuns lançados por eles. Contato: sinewave@sinewave.com.br

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Distúrbio FemininoSuper Novas

Antes de sair para nova turnê, Paula Cavalciuk apresenta videoclipe em animação. Assista “Morte e Vida Uterina”:

Paula Cavalciuk – Morte e Vida Uterina (Por Daniel Bruson) alta (1)

Embalada pela melodiosa guarânia paraguaia, “Morte e Vida Uterina”, faixa que abre o álbum Morte & Vida (2016), de Paula Cavalciuk, é uma saudosa e dolorida canção sobre a puberdade da mulher e seus tantos questionamentos. Inspirada nesta idiossincrasia dos ciclos da vida, a faixa passa um sentido de pertencimento, um reconhecer que é inerente à mulher e às sucessivas transformações trazidas pela menstruação.

Agora sendo lançada com videoclipe oficial, “Morte e Vida Uterina” ganha mais significado com as cenas protagonizadas por uma menina que vai se tornando mulher e no caminho é destruída e se reconstrói muitas vezes. Assinado pelo diretor Daniel Bruson (premiado com o curta “Pete’s Story”, no Anima Mundi 2016, e diretor de arte da série “Angeli The Killer”), o vídeo é um stop motion feito com objetos cotidianos e animados quadro a quadro. A escolha por materiais como folhas secas, botões, recortes de revistas, jornais, fotografias, lãs e correntes dá às imagens uma textura de vida.

(Por Daniel Bruson)

Bruson, que também dirigiu o clipe anterior de Paula, “O Poderoso Café”, assina agora com ela o argumento, além da produção, animação e montagem, e precisou de seis meses para criar o clipe. Construir e combinar os elementos, escolher texturas, cores, criar personagens e formas a partir do que cada cena pedia foi um processo espontâneo e instintivo, conta Daniel. Ele explica que manteve a forma do clipe aberta apesar do roteiro já definido, uma vez que o próprio processo de animação traz ideias novas: “Por exemplo, quando vi o comportamento da corrente de metal, imaginei aquele momento em que a personagem tem um corpo fluido, de forma indefinida, meio ameba, e isso por consequência sugeriu aqueles seres abissais que a atacam. Ou então, quando vi que recortes de revista tinham uma textura mais interessante se amassados, me ocorreu a ideia para o momento em que a personagem está cercada por uma “floresta de pernas”, que se dobram e se amassam tentando cercá-la”.

Usando uma metáfora sutil sobre resiliência, os óculos vermelhos de aro redondo, já uma característica marcante de Paula Cavalciuk, são o único objeto que se conserva em meio a tantas mudanças, mostrando uma essência que não se abala durante os ciclos.

(Por Daniel Bruson)

O novo vídeo soma ao catálogo de clipes lançados pela cantautora e também anuncia as novidades do segundo semestre, que já começaram com a apresentação de Paula Cavalciuk no Rock in Rio, parte da ação #SKYRocks, que consistia em levar quatro artistas para uma road trip até o Rio de Janeiro e usar o material para a série Na Rota do Rock, produzida pela Sky Brasil. Paula se apresentou na sexta-feira, 15 de setembro, no palco Sky Rock Station e agora segue a agenda de shows com turnê pelo sul e sudeste, entre outubro e novembro. Após essas datas, Paula e banda embarcam para shows no Nordeste e Norte.

A produção do clipe de “Morte e Vida Uterina” foi possível através do Apoio Institucional da Prefeitura Municipal de Sorocaba, através da Secretaria de Cultura – Lei de Incentivo à  Cultura nº 11.066/2015. O projeto inclui uma oficina gratuita de animação, ministrada por Daniel Bruson, marcada para 21 de outubro, em Sorocaba, com inscrições para 30 participantes.

Ficha técnica clipe “Morte e Vida Uterina”:

Direção, animação, roteiro, montagem: Daniel Bruson

Argumento: Paula Cavalciuk e Daniel Bruson

Assistência de Produção: Rafael Bruson Moretti

Produção Executiva: Samantha Alves Silveira

Agenda:

8/outubro: Festival Febre | Sorocaba (SP)

11/outubro: Itapeva (SP)

12/outubro: Curitiba (PR)

13/outubro: Florianópolis (SC)

14/outubro: Pomerode (SC)

15/outubro: Blumenau (SC)

20/outubro: Caxias do Sul (RS)

21/outubro: Passo Fundo (RS)

22/outubro: Porto Alegre (RS)

Ouça o álbum Morte & VidaSite oficial (com download gratuito) | Spotify | TIDAL | Google Play | Napster | Deezer | iTunes | SoundCloud | Youtube

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Produção CulturalSuper Novas

Com nova formação, Macaco Bong faz show de lançamento do álbum Deixa Quieto no Sesc Pompeia

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Deixa Quieto foi o título abrasileirado que o Macaco Bong deu ao mais recente lançamento, um álbum-tributo a Nevermind, segundo disco de estúdio do Nirvana. Nesta incursão, gravada no Pico do Macaco, estúdio do Macaco Bong em São Paulo, o repertório original de 12 faixas foi recriado com o sabor do centro-oeste nacional.

Circulando há pouco mais de um mês, Deixa Quieto logo ganhou a atenção dos fãs do Macaco e também os da banda de Seattle, muitos deles pegos de surpresa com releituras tão fora do comum. Versões de Nevermind já eram tocadas nos palcos desde 2009 e, a partir do ano passado, entraram definitivamente no setlist dos shows. Recebidos com curiosidade pela plateia, os momentos de Nevermind já apontavam o grande interesse que este repertório poderia ter também fora do palco, em formato gravado.

Renomeando faixas como “Breed” para “Briza”, “Territorial Pissings” para “Territorial Piercing” e “Something in the way” para “Somente Whey”, Deixa Quieto faz jus à ideia de ser bilíngue linguística e musicalmente. Conduzidas pela guitarra baritone de Bruno Kayapy numa afinação bem longe da de Nevermind e com linhas pouco lineares de baixo e bateria, criadas e gravadas por Daniel Hortides (baixo) e Daniel Fumega (bateria), essas reinterpretações  vão fazer os fãs mais ardorosos da banda fundada por Kurt Cobain passarem por uma experiência bem diferente e nada grunge.

Agora com mais um guitarrista, Fabrício Pinho, oficializado como novo integrante no mês de setembro, Macaco Bong chega ainda mais barulhento nas apresentações ao vivo de Deixa Quieto. Com show no Sesc Pompeia, em 13 de outubro, o quarteto se prepara para mostrar o novo álbum e formação com pique digno de espírito adolescente.

Macaco Bong é Bruno Kayapy (guitarra baritone), Renato Pestana (bateria), Daniel Hortides (baixo) e Fabrício Pinho (guitarra).

Serviço:

Macaco Bong apresenta Deixa Quieto

Sexta-feira, 13 de outubro

Sesc Pompeia, Comedoria | Rua Clélia, 93 – São Paulo

Show às 21h

Ingressos: R$6 (comerciário), R$10 (meia-entrada), R$20 (inteira)

Venda online a partir de 3/10, no portal do Sesc: aqui.

Página do evento no Facebook: aqui

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Super Novas

Jota Erre anuncia mais shows do álbum Binário

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Após levar o novo álbum, Binário (2016), para Europa e EUA, o percussionista e compositor pernambucano Jota Erre dá continuidade aos shows de divulgação no Brasil a partir de outubro com apresentação no Sesc Belenzinho e Sesc Santos, nos dias 13 e 18, respectivamente.

Binário foi mostrado no exterior e, no Brasil, foi apresentado em turnê com nove datas em cidades diferentes em 2016 e com alguns shows no primeiro semestre deste ano.

O músico se firmou em grupos como Patuá Tronxo e Grooveria Eletroacústica, além de ser integrante das bandas de Jair Oliveira e Carlinhos Antunes. As habilidades de instrumentista e compositor o levaram à carreira solo, que já conta também com o álbum Por Extenso, de 2012. Escrita com muita brasilidade, a nova obra percorre a bossa nova, o samba e tem muita inspiração roqueira. Um trabalho de extrema riqueza percussiva, ao vivo, Binário é também um espetáculo para os olhos, com tanto movimento e dinâmica no palco quanto se ouve no álbum.

Jota Erre (bateria e voz) se apresenta com Gabriel Borttolato e Maurício Caruso nas guitarras, e Robinho Tavares no contrabaixo, nas duas ocasiões. Em São Paulo, o show tem direção artística de Xuxa Levy (músico e produtor) e traz Curumin e Fernando Anitelli como convidados. O convite surgiu pela afinidade já testada antes entre eles; Jota se apresentou com Curumin, em Belo Horizonte, em 2012; já Fernando Anitelli acompanhou e tocou na turnê europeia de Jota, além de assinar a composição da faixa “Eu Sei”, presente em Binário.

Apresentado nos festivais SXSW, o repertório ao vivo de Binário nos shows nacionais vem com garantia de participações, surpresas e improvisos.

Serviços:

Sexta-feira, 13 de outubro

Jota Erre apresenta Binário

Com Curumin e Fernando Anitelli (O Teatro Mágico)

Sesc Belenzinho, Comedoria | Rua Padre Adelino, 1000 – São Paulo (SP)

Show às 21h30

Ingressos: R$6 (comerciário), R$10 (meia-entrada), R$20 (inteira)

Página do evento no Facebook: aqui.

Quarta-feira, 18 de outubro

Jota Erre apresenta Binário

Sesc Santos, Comedoria | Rua Conselheiro Ribas, 136 – Santos (SP)

Show às 21h

Gratuito

Página do evento no Facebook: aqui.

Ouça Binário: Spotify | Deezer | YouTube

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Produção CulturalSuper Novas

Cecília Viva: 1º festival colaborativo beneficente à casa – 30/9 e 1/10

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A Cecília vai completar 9 anos de atividades em novembro e foram muitas mudanças desde 2008. De 13 sócios que fundaram a casa, hoje as despesas e responsabilidades são divididas apenas por 4. A casa sempre se manteve com os aluguéis das salas e algum lucro gerado pelo bar, mas este ano tivemos que fazer vários ajustes – incluindo dividir a bilheteria de shows e alugar o espaço para eventos.

Neste período, foram mais de 500 bandas recebidas, 90 artistas plásticos fazendo exposições diversas, incontáveis exibições de filmes independentes, presença de vários chefs de cozinha, grupos de dança, teatro, feiras e muitas outras ideias, como o Cordão Cecília (carnaval de rua) e nosso festival anual 3 pra 1, já uma tradição no calendário e que é realizado na rua todo mês de novembro, há 5 anos.

Quem trabalha para manter e fazer tudo isso nunca recebeu salário ou conseguiu fazer uma grana, pelo contrário, houve muito investimento. Tirando alguns eventos pontuais, a casa não conta com nenhum apoio de marca, expositor ou incentivo público. Nossa ideia sempre foi trabalhar de maneira autossustentável e autogerida, o que sempre nos garantiu a liberdade de programação que todo mundo conhece como característica da Cecília.

E neste tempo, como todo espaço de cultura alternativa sem patrocínio ou apoio, dívidas foram acumulando e fica quase impossível continuar levando este modelo de negócio e o alto custo para mantê-lo. A maior dívida é o aluguel da casa, que já tem data limite para ser acertada para podermos renovar o contrato e continuar as atividades.

(Foto por Caio Luiz)

Com o tempo curto e sem investimentos, pela primeira vez em nossa história, optamos por realizar um evento beneficente à própria casa. Em vez de fazer um crowdfunding neste momento (devido à taxa (30%) que fica com a plataforma, gastos com recompensas, tempo hábil), vamos abrir as portas nos dias 30/setembro e 1/outubro para receber 9 bandas pauladas que fazem parte de nossa história, num festival gratuito/pague quanto quiser pra colar muita gente mesmo.

Por enquanto, contamos com o apoio de todas as bandas – que tocarão sem cachê -, Estúdio Aurora, que nos cederá equipamentos, da cervejaria Guerrilha, que fornecerá as bebidas, a Vera Pasta, que ficará responsável pela cozinha, Rodrigo Chã pelas artes, Supernova pela comunicação, Menú da Música e de diversos apoiadores e amigos de nossa jornada.

Para quem quiser fazer doações de qualquer valor, de 19/9 a 6/10, estaremos recebendo depósito em conta bancária. A primeira parcela da dívida vence em 9/10 e esta data é decisiva na história da Cecília.

Este não é um momento fácil mas fazer este festival foi a maneira mais autêntica que achamos para comunicar nosso público de amigos e artistas sobre a situação atual.

Sabemos que podemos contar mais uma vez com todos vocês e que esta dificuldade é apenas momentânea. Vamos juntos manter a Cecília Viva.

Programação:

Bloody Mary

Rakta

Ema Stoned

Emicaeli

ACruz Sesper Trio

Patife Band

Autoramas

Test

*atração surpresa*

Serviço:

Cecília Viva – festival beneficente

29/setembro e 1/outubro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

Das 16h às 23h

Gratuito/Pague quanto quiser

Página do evento no Facebook aqui.

 

Dados para depósito:

Banco Bradesco
AG – 3144
CC – 4747-3
CNPJ – 10.717.826/0001-20

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Super Novas

Msário lança lyric video de “Ela gosta, Se gosta”

Msário (Foto por Enio César) (9)

Em Indefinido, novo EP lançado no mês de agosto, Msário veio sucinto com cinco faixas mostrando referências tão amplas quanto sua formação musical. Entre os beats e o flow, o rap se junta ao groove, eletrônica, música brasileira.

Agora, o EP ganha novo lyric video, com a faixa “Ela Gosta, Se Gosta”. O clima é de festa, a base pesada assinada por Scott Beats dá o tom trap/boombap digno dos rolês marcantes, mas o recorte comportamental também tem que ser notado. A letra reflete sobre equidade na hora do flerte e sobre dar à mulher a mesma independência sexual que o homem.

Msário entende que a busca pela equidade também é uma missão dos homens. “É uma música sobre pegada, sobre instinto. A mulher tem isso muito aguçado e aqui eu quis dizer que ela tem tanta liberdade em expressar e viver seu sexo quanto qualquer cara. A gente tá passando por uma fase em que nós mesmos começamos a refletir sobre o que fazemos e estamos passando a mudar e entender que nossa educação como homem, o que somos ensinados, precisa mudar, e isso começa dando à mulher toda e qualquer liberdade que nós homens temos”, reflete o MC.

O lyric video é uma produção de Gabriel Fontenele/Madru Filmes, que também assina os anteriores Alma Brava” e “Dona de Si.

O próximo show do rapper é nesta quinta-feira (21), no saudoso Milo Garage, em São Paulo.

Serviço show:

Msário no Hip Hop Culture

Quinta-feira, 21 de setembro

Milo Garage | Av. Pompeia, 1681 – SP | 21h | R$30

Programação:

Msário convida Heloá Holanda

Barbara Silva convida Caio Schalch De Moraes

Léo Grijó convida B.L.U.N.T. e Adonai Mestre de Cerimônia

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Link do evento aqui.

 

Ouça Indefinido nas plataformas: YouTube | Spotify | Deezer | Google Play

Siga Msário:

Site oficial

Facebook

Instagram

Contato: shows@msario.com

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Super Novas

Rashid conta história de 10 anos de carreira com projeto Em Construção – ouça novo single, “Sem Sorte”

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Em 2007, quando resolveu dar novo nome e direção a seu trabalho, Michel Dias Costa trocou o pseudônimo Moska por Rashid, palavra árabe para honesto, justo. A novidade agradou os fãs, os amigos da época das batalhas e o nome pegou. Passada uma década desse batismo, Rashid tornou-se, literalmente, um dos nomes mais falados, ouvidos e propagados no mercado atual da música brasileira.

No dia a dia, a pessoa Michel e o artista Rashid são quase indissociáveis, mas enquanto artista, o Rashid está antenado nas notícias, faz rimas e versos sobre a realidade do país, fala de futebol, cultura pop, consciência, tudo numa mesma frase se couber. Já o Michel, como trabalhador, artista independente, está de olho nas tendências, no comportamento e consumo do público, e em como continuar crescendo e inovando sua própria cadeia de economia criativa.

É no encontro entre o artista e o empreendedor que vemos que a história dos dez anos como Rashid faz do modelo de negócios, desenvolvido por Michel e seu time da produtora Foco na Missão, algo a ser notado.

Rashid, o artista, foi se firmando com mixtapes e singles até que chegou o primeiro álbum, A Coragem da Luz (2016), que o colocou definitivamente como uma das vozes mais representativas do rap hoje no Brasil. O álbum, enquanto produto, foi consumido por centenas de milhares de usuários em todos os players desde o lançamento. Este trabalho, dirigido e custeado pelo próprio artista, alavancou exponencialmente o número de seguidores em todas as redes sociais, mostrando um alcance de norte a sul (e também no exterior). Essa disseminação, mais a qualidade artística, resultaram também no título constar nas principais listas de melhores discos lançados no país no ano passado.

(Foto: Moysah Conceic)

A Coragem da Luz está sendo trabalhado sem descanso desde 2016, acumulando números que mostram às claras como o engajamento com fãs e seguidores é necessário e o quanto estar por dentro dos hábitos desses fãs faz a diferença.

Pensando nisso, neste ano comemorativo à sua carreira, Michel quis abordar a história que vem contando como Rashid de outra maneira. Nasceu aí o projeto Em Construção, que assim como o título entrega, está em desenvolvimento. Ao analisar números e estratégias mercadológicas, o rapper optou pelo formato de singles para lançar material inédito – vale ressaltar que todas as músicas também ganham formato em vídeo, com clipe, webclipe ou lyric video. Com a dinâmica de ter material novo circulando a toda hora, Rashid viu os números crescerem ainda mais desde que lançou a primeira faixa de Em Construção, “Primeira Diss”, em novembro de 2016.

De lá para cá, contando com “Sem Sorte”, são seis singles lançados. A matemática da música, somada ao caráter empreendedor do atual projeto, mostram que o estudo de campo para atuar na indústria do entretenimento é essencial para pensar na nova era da música digital, a do consumo rápido e audiovisual. Ganhar o público é parte da estratégia; um exemplo dessa fidelização/branding é a alta procura que os produtos da marca Foco na Missão têm com pedidos de todos os cantos do país.

Os números que o projeto Em Construção demonstram até agora são prova de uma estratégia de lançamento que progride rapidamente: no Spotify, Rashid passou de 160 mil ouvintes únicos mensais em maio para 450 mil em setembro, além do número de inscritos neste perfil ter passado de 90 mil para 170 mil. Nos últimos oito meses, o canal no YouTube ganhou mais de 150 mil inscritos; faixas como “Se Tudo Der Errado Amanhã” e “Bilhete 2.0” somam milhões de views e plays.

Em Construção é composto por singles lançados mensalmente até novembro, quando todas essas faixas (que até então entraram em playlists) serão compiladas em formato de álbum, com ainda três sons extras. “Sem Sorte”, a faixa deste mês, sai com clipe dirigido por Moysah Conceic e entra em todos os serviços de streaming na sexta-feira, 15 de setembro.

Assista:

Sobre “Sem Sorte”: “Já ouvi pessoas dizerem que dei sorte de ter chegado nos lugares que cheguei, ou de ter os números que tenho na internet. Essa música ironiza isso. O fio condutor dela é o fato de eu nunca ter tido sorte pra nada, tudo que consegui foi a base de muito trabalho e fé. Não tem a ver com azar, mas acho que não dá pra chamar nosso suor e lágrimas derramados nisso de sorte. E é bacana lançar essa música neste mês de setembro, justamente o mês quando completo meus 10 anos de carreira”, Rashid.

Ouça o novo single: Spotify | Apple Music | iTunes | Google Play

Ficha técnica “Sem Sorte”: Letra e voz: Rashid, Produção: DJ Duh, Vocais: Camilo, Mix e master: Luiz Café, Arte de capa: Felipe Barros @agênciaFB, Clipe: Moysah Conceic

Outros singles de Em Construção:

Primeira Diss” – lançada em 26/11/2016

Bilhete 2.0” – lançada em 10/3/2017

Estereótipo” – lançada em 5/5/2017

Musashi” – lançada em 30/6/2017

Se Tudo Der Errado Amanhã” – lançada em 4/8/2017

Próximos shows:

17 de setembro | Circuito Cultural Paulista 2017 | CEU Marek, Santo André | 15h | Gratuito

21 de setembro | Sesc 24 de Maio | 13h | de R$6 a R$20 | venda online

1 de outubro | InCena Hip Hop | Lazule Bar e Restaurante | 16h às 22h | de R$20 a R$40 | venda online

7 de outubro | Teatro Estadual de Araras, Araras | 19h

8 de outubro | São Luiz do Maranhão (MA) | 16h

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Super Novas

Representatividade LGBT negra tem destaque em “Acaso”, clipe do novo single de Gê de Lima e Hadisui

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Seguindo a temática de seu próximo álbum, Gê de Lima apresenta mais um trabalho que dá visibilidade ao mundo LGBT negro. “Fotografia”, último clipe tirado do debut Minha Conduta (2014), foi lançado em maio e já sinalizava a direção ativista de Gê, artista periférico, gay, negro, e que desponta como nova voz dentro da música popular. Agora com este novo single, “Acaso”, ele reforça seu espaço e abre caminho para a visibilidade racial ao trazer casais negros LGBT para estrelarem o clipe, enfatizando a importância da representatividade também nas questões de raça.

(Foto: Claudinho Irennio)

A canção, de letra e melodia compostas por Gê, é um single transitório entre o primeiro disco e o segundo, que terá abordagem interseccional. Um R&B charmoso e minimalista, a faixa mostra a qualidade autoral do artista e seu estilo maleável  – “Acaso” tem um lado sexy nas batidas e condução rítmica dadas (e produzidas) por Hadisui, produtor que acumula talentos como ser pianista, tecladista, arranjador, beatmaker e amante dos sintetizadores. O eletrônico – que às vezes soa como orgânico – tem groove marcado pela pontualidade do baixo sobreposto à base, mesmo que sutilmente; a levada retrô é intencional, para dar aquele ar nostálgico de se lembrar de grandes amores ocasionais.

A letra fala de encontros intensos que se dão por acaso, daqueles que raramente acontecem, amores vividos de forma verdadeira por segundos, minutos ou horas, em qualquer lugar ou situação. “No amor, de uma forma ampla, podemos amar alguém uma vida toda, assim como podemos amar apenas em instantes, com a mesma intensidade“, diz Gê sobre a temática da música.

(Foto: Claudinho Irennio)

O elenco do clipe é formado por atores e atrizes negrxs e LGBTs. Nas cenas são exibidas imagens de um casal de mulheres, outro de homens e também de um relacionamento entre um homem cis e uma trans mulher.

Gê de Lima mostra a nova faixa nos próximos shows, que acontecem entre setembro e outubro no palco da Casa de Cultura de São Mateus ao lado de Tássia Reis, em apresentação solo no Sesc Interlagos e como um dos escalados para o Festival Carter de Música, com Rincon Sapiência, Apolo e outros.

 

Ouça “Acaso” nas plataformas digitais:

Spotify

YouTube

Deezer

iTunes

Google Play

 

Próximos shows:

Domingo, 17/9 – Casa de Cultura São Mateus

Com Tássia Reis

Rua José Francisco dos Santos, 502

Gratuito

Gê de Lima às 18h

Tássia Reis às 19h

Mais informações aqui.

Sábado, 23/9 – Festival Carter de Música

Gê de Lima, Rincon Sapiência, Apolo, DJ Afonia, Allan Piter, Poeta Márcio Ricardo e DJ Zeme.A 3ª edição do festival acontece no Centro Cultural Grajaú.

Rua Professor Oscar Barreto Filho, 252

Gratuito

Das 12h às 21h

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Domingo, 29/10 – Sesc Interlagos

Av. Manuel Alves Soares, 1100

Gratuito

Show às 16h

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Ficha técnica “Acaso”:

Música:

Gê de Lima: letra e melodia

Hadisui: produção musical

Igor Becyk: mixagem e masterização

Gravado no estúdio No Quarto Produções Fonográficas

 

Vídeo:

Léo F. Carter: direção

Gê de Lima: roteiro

Claudinho Irennio: produção de vídeo

Elenco: Isaquiel Winchester, Shirley Rosa e Mellanie Reis, Chris Gomes e Victor Rodrigues

 

Sobre Gê de Lima:

Cantor e compositor que lançou o primeiro trabalho, Minha Conduta, em 2014, e segue levando a música negra para além dos limites da periferia. Tratando de questões raciais e de gênero, o artista está trazendo questões urgentes para sua arte. Gê atualmente se encontra fazendo a pré-produção de um novo álbum.

Sobre Hadisui:

Pianista/tecladista, produtor musical, beatmaker e amante dos sintetizadores, Hadisui (também conhecido como Hadji Suinara) compõe/produz música instrumental e beats nas linhas urbanas da música preta eletrônica. Facebook | Soundcloud| E-mail  

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Super Novas

Aramà traz um novo sotaque para a pop dance nacional com álbum La Verità

Aramà – La Verità (Por Maurizio Fantini)

O carisma do Brasil é, reconhecidamente, um dos atributos nacionais que mais chama atenção dos estrangeiros. Somado à beleza natural, música e cultura, o país ganha admiradores pela ampla diversidade de suas regiões tão diferentes entre si. Aficionada pela cultura brasileira desde os primeiros contatos com a música produzida aqui, a italiana Aramà, nascida Giulia Carmentano, não poupa carinhos e afetos pelo país – traços que impulsionaram seu interesse em juntar brasilidades, música italiana e outras referências étnicas. E Aramà consegue coroar essa mistura com um pop dance digno das grandes arenas.

(Por: Maurizio Fantini)

Após colecionar sucessos com os primeiros singles, como “É com Você” (2015) ao lado de Ivo Mozart, Aramà apresenta agora La Verità, seu primeiro álbum cheio que traz um repertório eclético e seguro de suas tantas incursões: eletrônica, dance music, axé, toques árabes, synthpop, samba, house. Composto em italiano, inglês e português, este trabalho mostra uma artista em conexão com a realidade interativa de nossos tempos e também pronta para diversos mercados – o europeu, onde já habita; o brasileiro, que segue desbravando e o latino, um objetivo.

La Verità, o álbum, é sobre verdades e começar novas fases, um compêndio dos sentimentos e emoções de Aramà pelo Brasil. Na tentativa de musicar as experiências no país, o diálogo surge entre convidados diversos na composição dos arranjos e na produção, como a dupla paraense Strobo, o trompetista Sidmar Vieira, o produtor e guitarrista Renato Galozzi e DJ Kalfani. A proposta de dar uma forma aos sentidos aguçados por nossa cultura também ganha corpo com as variações rítmicas e a condução de cada faixa, todas bem distintas entre si.

Cenários paradisíacos, como a praia de Itapuã (Salvador), são fortes inspirações também. “Chica Boom”, que abre o disco, vem cheia de impressões pessoais sobre a mística das terras baianas e a influência do clima tropical. As viagens pelo país ajudaram a estreitar os laços culturais de Aramà com o Brasil, que foram vividos nos dois anos em que residiu aqui, período que serviu para aprimorar seu português e conhecimentos gerais. Já “La Verità”, a faixa-título, é um dueto com Walmir Borges e a canção mais emblemática do disco. De romantismo profundo, esta música reúne todas as emoções e sonhos de se abrir ao mundo.

Com lançamento na Europa e no Brasil, La Verità já começa a ser divulgado nos palcos da Itália ainda em agosto e também será apresentado ao vivo no Brasil. O novo clipe, “Axè Babà Oxalà” e dois singles inéditos são as próximas novidades, que devem chegar a partir de setembro.

 

Ouça: Spotify | Deezer | iTunes | Google Play | Bandcamp

Tracklist:

  1. Chica Boom
  2. Deixa Acontecer
  3. Magic Evolution
  4. Show Me Your Light
  5. O Medo
  6. Axè Babà Oxalà
  7. Summer Sky feat. Strobo
  8. La Verità feat. Walmir Borges
  9. Rainbow

Ficha técnica:

1) Chica Boom – Letra: Giulia Carmentano, Composição: Giulia Carmentano, Beat: Sien J, Mix e master: Sien J

2) Deixa Acontecer – Letra: Giulia Carmentano, Composição: Giulia Carmentano e Massimiliano Laganà, Beat : Sien J, Guitarra : Djosy da Silva, Baixo: Max Laganà, Mix e master : Sien J

3) Magic Evolution – Letra : Giulia Carmentano, Composição: Giulia Carmentano, Guitarra: Djosy da Silva, Beat: Sien J, Mix e master: Sien J

4) Show Me Your Light – Letra: Giulia Carmentano, Composição: Giulia Carmentano e Renato Galozzi, Trompete:  Sidmar Vieira, Beat: Renato Galozzi, Mix e master: Sien J

5) O Medo – Letra: Marcio Monteiro Lopez e Giulia Carmentano, Composição: Giulia carmentano e Marcio Monteiro Lopez, Piano : Sien J, Beat: Sien J, Mix e master: Sien J

6) Axè Babà Oxalà – Letra: Giulia Carmentano, Composição: Sien J e Giulia Carmentano, Percussões: Sivuca Silvanny Rodriguez, Beat: Sien J, Mix e master: Sien J

7) Summer Sky feat. Strobo – Letra: Giulia Carmentano, Composição: Giulia Carmentano e Renato Galozzi, Bateria: Arthur Kunz, Guitarra: Leo Chermont, Beat: Renato Galozzi, Mix e master: Sien J

8) La Verità feat. Walmir Borges – Letra: Giulia Carmentano, Mariana Bergel e Marcio Monteiro Lopez, Composição: Giulia Carmentano e Marcio Monteiro Lopez, Beat: Sien J, Mix e master: Sien J

9) Rainbow – Letra: Tajiddin Morris e Giulia Carmentano, Composição: Sien J e Giulia Carmentano, Beat: Dj Kalfani, Mix e master: Sien J

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