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Premiado internacionalmente, Guitar Days chega ao Brasil durante 11ª edição do Festival In-Edit

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Depois de ser recebido na Europa, Ásia, EUA e ser premiado na Espanha em setembro de 2018, o longa-metragem Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music lança trailer antes de estrear na programação do Festival In-Edit, que chega à 11ª edição e acontece durante o mês de junho, em São Paulo.

O filme, assinado pelo paulistano Caio Augusto Braga, traça as linhas do tempo das guitar bands e da construção do Indie Rock brasileiro cantado em inglês, desde seus primórdios, ali no final dos anos 80, passando pelo boom nos anos 90 e seguindo até a atualidade.

O diretor colheu depoimentos de personagens centrais do indie rock nacional e gringo para tratar das grandes histórias (e também dos detalhes) de um cenário musical que mudou toda a estética do rock brasileiro. Entre os entrevistados estão músicos das bandas Maria Angélica, Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e PELVs; os saudosos Kid Vinil e Carlos Miranda, e os internacionais Thurston Moore (Sonic Youth), Mark Gardener (Ride), Stephen Lawrie (The Telescopes), além do jornalista que cunhou o termo “grunge”, Everett True.

Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music foi duplamente vencedor no Festival Premio Latino del Cine y La Música de Marbella, na Espanha, em 2018, nas categorias documentário e direção.

O trabalho já foi selecionado para os festivais MIMO Festival (Brasil), L-Dub Film Festival (EUA), Eurasia Int’l Filma Festival (Rússia), DSP Int’l Film Festival (Índia), In-Edit (Brasil) e London International Motion Pictures Awards (Reino Unido).

No Brasil, o filme tem estreia exibida no Cinesesc (15), Cine Olido (18) e Centro Cultural São Paulo (22). Após a exibição no dia 22, o In-Edit promove o show Guitar Days, gratuito, com participação das bandas Pin Ups, Wry, Twinpine(s), Sky Down e convidados.

Sobre:

In-Edit Brasil

O documentário estreia no Brasil na 11ª edição do festival In-Edit Brasil, que acontece de 12 a 23 de junho. Guitar Days será exibido no Cinesesc (15/6, 15h), Cine Olido (18/6, 15h) e Centro Cultural São Paulo (22/6, 16h).

Show no Centro Cultural São Paulo

Como parte da celebração do documentário, o festival In-Edit promove, após a exibição no Centro Cultural São Paulo, o show Guitar Days, com participação das bandas Pin Ups, Wry, Twinpine(s), Sky Down e convidados. Entrada gratuita.

Pin Ups (Reprodução)

Serviços:

15 de junho

Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music • In-Edit Brasil
15h | Cinesesc | R. Augusta, 2075  

Entrada: R$12 (inteira), R$6 (meia), R$3,50 (comerciário)

18 de junho

Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music • In-Edit Brasil

15h | Spcine Olido | Avenida São João, 473

Gratuito

22 de junho

16h | Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music • In-Edit Brasil | Sala Lima Barreto

18h30 | Show Guitar Days com Pin Ups, Wry, Twinpine(s) e Sky Down

Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1000

Gratuito

www.guitardays.com.br

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Demarcação Já Remix coloca holofote na questão indígena com festa de lançamento no Espaço Mangaba, em São Paulo

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Dando continuidade aos eventos dedicados à visibilidade indígena na próxima semana na capital, na quinta-feira, 6 de junho, o Espaço Mangaba recebe a festa Sotaque Carregado com o lançamento de Demarcação Já Remix, que comemora o novo projeto do carioca DJ MAM, uma série de mixtapes a serem lançadas em formato inovador com participação de medalhões da música brasileira sendo remixados por DJs da atualidade.

Produzida por DJ MAM através de seu selo Sotaque Carregado (Sony Music), as mixtapes trazem versões eletrônicas da canção “Demarcação Já” (lançada em 2017 por grandes artistas brasileiros, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Elza Soares e Céu, em defesa aos povos indígenas) remixada por mais de 30 DJs e artistas visuais de oito países. O bombado duo Tropkillaz, o inglês El Buho e o japonês Makoto Kubota são alguns dos nomes envolvidos nos remixes. A composição “Demarcação Já”, de Carlos Rennó e Chico César,  é uma campanha pelas terras indígenas liderada pelo Greenpeace e Instituto Socioambiental (ISA).

A série é composta por 11 mini mixtapes a serem lançadas mensalmente nas plataformas digitais. O primeiro lançamento está previsto para junho, mês do Meio Ambiente, e a última mixtape deve ser lançada em abril, quando se voltam as atenções ao Dia do Índio.

A festa no Espaço Mangaba mostra a força da mobilização artística em luta pelos direitos sociais e apresenta uma grande fusão de estilos musicais com a linguagem eletrônica, tendo como convidados o cantor e compositor paraense Felipe Cordeiro, e os DJs Salvador Araguaya e Nirso (Zaragata), Deeplick (Batida Nacional), FurmigaDub (PB), Tide (Je Treme Mon Amour), TSFN (RJ – Manie Dansante/Gruta), FlavYa (EUA), DONI (RJ – Noites Tropicais) e Kim Cotrim (Samba do Sol). A festa é comandada por DJ MAM, nome de destaque do RJ para o mundo, há três décadas pilotando as pick-ups e controladoras. O DJ assume, física e ideologicamente, o cocar que seu personagem usa na cabeça, o qual é objeto de antropofagia em sua arte.

Serviço:

Demarcação Já Remix – DJ MAM convida Felipe Cordeiro e DJs Salvador Araguaya, Nirso, Deeplick, FurmigaDub, Tide, TSFN, FlavYa, DONI e Kim Cotrim

Quinta-feira, 6 de junho

Espaço Mangaba | Rua Augusta, 2203 – Cerqueira César | São Paulo (SP)

Das 21h às 6h

Ingressos:

Grátis (com nome no mural do evento no Facebook até às 00h)

R$10 (após 00h, sem nome)

Classificação: 18 anos

Evento: www.facebook.com/events/2266021897060898

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“Beat Simples” é o novo clipe de Slim Rimografia – Herói preto, artista do morro

Slim Rimografia – Beat Simples 1

“Beat $imples”, novo clipe de Slim Rimografia, é o primeiro vídeo de Mr. Dinamite, EP lançado em julho de 2018. Com o trabalho, Slim mostra mais uma vez que seus anos de experiência refletem na dinâmica atual de sua carreira, dividindo-se entre o som e a imagem, as tracks e os clipes, produzidos e dirigidos por ele. 

Na “Beat $imples”, guiada pela batida de duas notas, a substância é a métrica – barras de oito, refrão, barras de oito, refrão, adlibs pontuando. O vídeo mantém o flow, cortes e efeitos que movimentam as cenas de uma altertrip com fotografia bem brasileira.

Os 19 anos de carreira de Slim também trouxeram a ele a maioridade no Porte de Arte, munido até os dentes de palavrarmas. Assim como estampou no desenho de capa do EP, o colete à prova de censura é a indumentária, carrega nos bolsos munisom, bomba sonora, microfone de fogo. Herói preto cujo figurino estampa o dia-a-dia de um artista dos morros.

(Reprodução)

Com este clipe, Slim continua explorando os temas da arte periférica, do rap sem rimas rasas, aquele capaz de transgredir a média e a mídia, cometendo grandes crimes poéticos.  

Ficha técnica:

Música:

Letra e música: Slim Rimografia

Scratches: DJ Gio Marx

Produção, gravação e mixagem: Slim Rimografia

Masterização: Luís Lopes, Studio C4

Vídeo:

Direção: Slim Rimografia

Imagens: Cleverson De Oliveira | ProduzProjeções

Edição: Slim Rimografia

Stylling: Garoto Florido (ID Prod.)

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Rashid tem participação tripla na Virada Cultural 2019 em São Paulo – Rapper apresenta-se em três ocasiões durante a 15ª edição do evento

Rashid (foto – Evandro Macedo) – crop 6

Confirmado em três momentos na programação da Virada Cultural em São Paulo, o rapper Rashid vai percorrer uma boa maratona de compromissos durante o final de semana dos dias 18 e 19, quando apresenta-se no Centro Cultural da Juventude, no Pateo do Collegio e na Biblioteca Narbal Fontes.

No sábado (18), às 18h, o show é no Centro Cultural da Juventude, na zona norte. Neste palco, Rashid apresenta-se ao lado de banda completa mostrando o lado virtuoso e orgânico de seu rap de estilo característico. Na madrugada de domingo (19), às 2h, no Pateo do Collegio, a apresentação é com a Orquestra Metropolitana de São Paulo e uma oportunidade singular de apreciar o trato sinfônico com o qual suas canções serão executadas.

Na tarde de domingo, das 13h às 16h, o MC participa do bate-papo “Escrita a partir da escrevivência e a produção literária na periferia”, na Biblioteca Narbal Fontes, em Santana. A conversa tem também as participaçãoes de Renan Inquérito (MC, poeta e professor) e de Marcelino Freire (escritor e poeta), com mediação da poetisa Kimani, revelada como uma das melhores representantes do slam feminino na capital. Rashid fala sobre influências literárias, música e como seus versos chegaram a formar o primeiro livro de sua autoria, Ideias que rimam mais que palavras – Vol. 1, lançado em 2018.

Todas as atividades da Virada Cultural 2019 são gratuitas e de classificação livre.

Serviços:

Rashid e Banda

Sábado, 18 de maio

Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso | Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha

Das 18h às 19h

 

Rashid e Orquestra Metropolitana de São Paulo

Domingo, 19 de maio

Pateo do Collegio | Praça Pateo do Collegio, 2 – Centro

Das 2h às 3h

 

Bate-papo: “Escrita a partir da escrevivência e a produção literária na periferia

Com Rashid, Renan Inquérito, Marcelino Freire e Kimani

Domingo, 19 de maio

Biblioteca Narbal Fontes | Rua Conselheiro Moreira de Barros, 170 – Santana

Das 13h às 16h

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ORUÃ lança Tudo Posso – trio chega com novo EP antes de turnê na Europa com Built to Spill

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Tudo Posso é o novo lançamento do conjunto ORUÃ, trio que saiu das proximidades da Praça Tiradentes, na cidade do Rio de Janeiro, para ser banda de abertura na nova turnê da emblemática Built to Spill, ouro do indie rock, atualmente celebrando os vinte anos do disco clássico Keep It Like a Secret.

Essa relação com o Built to Spill (vale dizer que dois terços do ORUÃ também tocam no BTS) veio para dar maior projeção internacional a um tipo de som que não é feito em outro lugar que não dentro do Escritório, uma sala comercial num prédio do centro, de onde já saíram inúmeras bandas e discos exemplares gravados com as peculiaridades de fitas cassetes e equipamentos analógicos. ORUÃ, formado nessa sala, resume tudo que circula entre aquelas paredes: vida e música como experimentação.

 

Mais sem-amarras que de costume, não existe fórmula neste novo EP. O trio vai pelo rock, pelo free jazz, às vezes nenhum dos dois, muitas vezes além dos dois. São recortes de um e do outro que se encaixam para moldar uma nova forma de compor e tocar ainda mais livre e espontânea que o primeiro disco, Sem Bênção / Sem Crença, de 2017. A assinatura noise está lá como sempre, mas as variações de temas, mudanças inesperadas, elementos novos na formação, como o sax – ora gritante em “Escola de Arte Moderna”, ora comedido como arpejos em “Prece Alafim” –  e os corais, mostram que são possibilidades infinitas quando a proposta é enfeitar as canções.

Tudo Posso já rendeu um clipe para a faixa “Cruz das Almas BA”, feito com cenas da recente turnê nos Estados Unidos, em março, quando o trio passou por Boise, Seattle, Tacoma, Portland e Walla Walla.

As quatro faixas novas do EP chegam como um breve prelúdio para o segundo disco, chamado Romã, já pronto e a ser lançado entre junho e julho. O trabalho sai em vinil 7” nos Estados Unidos, via IFB Records, e pela Transfusão Noise Records no Brasil.

Ainda este mês, o trio embarca para mais uma turnê, desta vez na Europa, fazendo 26 shows que passam por Berlim, Paris, Roma, Praga, Lisboa, Londres e outros.

ORUÃ é Lê Almeida (guitarra, cassetes e voz), João Luiz (baixo) e Phill Fernandes (bateria).

Ouça Tudo Posso: Bandcamp | Spotify

Tracklist:

  1. Prece Alafim
  2. Domador
  3. Cruz das Almas BA
  4. Escola de Arte Moderna

Ficha técnica:

Todas as músicas por ORUÃ

Participações: Alexander Zhemchuzhnikov e Pedro Pessoa (saxofones), Daniele Vallejo, Karin Santa Rosa e David Beat (corais) e Raoni Redni (guitarra)

Capa: Jorge Polo

Master: João Casaes

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A Marcha Fúnebre de uma Sociedade Bunda-Mole em Missa do Galo, novo do Giallos

Missa do Galo – capa bx

Missa do Galo é caos. Giallos não nega: regressão à vista – ou já instituída? Morre a Democracia e com ela a virtuose do rock limpinho, arquitetado em estúdios caríssimos. Sem essa de textão para redes sociais nem militância de condomínio. A narrativa é a assombrosa realidade dos fatos: a ascensão do desumanismo. Os temas? Uma profusão sonora onde se encontram o barulho e a sordidez das notícias, dos preconceitos, dos julgamentos. Fazendo muito com pouco: guitarra, bateria, voz e crueza.

O disco mais reto e sujo do trio andreense não vem à toa: é resultado de quem tenta devolver ao rock seu status pensante, marginal, perigoso, contravencional. Aqui não tem essa de rock para dançar, nem para pregar da boca pra fora “mais amor, por favor”, muito menos para afagar os egos do nosso viralatismo nacional – sempre mirando soar altamente produzido e impecável porque “nos States é assim que eles fazem”. Giallos quer o tosco, o inadequado, gravar como se estivesse no quartinho da bagunça no fundo de casa. É aí que mora a diferença.

 

Parte de uma discografia já essencial ao rock suburbano dos anos 10, Missa do Galo tem uma relumbra única justamente porque não precisa de holofotes. É um disco punk de assinatura garageira produzido no calor do mês de janeiro na pequena sala do Caffeine Sound Studio, em São Paulo, berço de um irrestrito movimento de rocks-nem-um-pouco-moderninhos. As 11 faixas passam em alta velocidade pelos 25 minutos de duração do álbum. Entre uma música e outra, apenas um respiro para recobrar o fôlego. O vocal abafado contrasta com o volume alto dos instrumentos, uma particularidade anti-heroica em tempos de mixagens limpas e sedutoramente comerciais.

(Artes por ZBR)

Na falta de um termo melhor, chamar Missa do Galo de Rock Regressivo não poderia deixar de ser verdade. Dar um passo para trás para garantir que não se perca na soberba, fazer mais com menos numa imprevisível matemática musical. E quando, durante os últimos suspiros, tivermos que escolher uma marcha fúnebre para enterrar a imoralidade de nossa Sociedade Bunda-Mole, por favor, toquem esse disco.

(Por Rodrigo Sommer)

Giallos é Claudio Cox (voz), Flavio Lazzarin (bateria) e Luiz Eduardo Galvão (guitarra).

Missa do Galo é um lançamento do selo carioca Transfusão Noise RecordsDisponível (por enquanto) no Bandcamp e YouTube.

Ficha técnica:

Produzido por Luis Tissot e Giallos

Todas as músicas por Giallos, exceto “Colonial” e “Descuido” por Marco Butcher/Giallos

Música incidental “Resíduos do Ódio” (Bá Kimbuta) em “Rádio Diáspora”

Gravado por Luis Tissot no Caffeine Sound (SP), em Janeiro/19

Assistência de gravação por Mayra Vescovi

Mixagem e masterização por LuisTissot

Artes por ZBR

Tracklist:

  1. Colonial
  2. Pilhagem
  3. Descuido
  4. Virgem
  5. Crocodilagem, Armas de fogo
  6. Tupac Amaru Overdrive
  7. Verdades
  8. Vodu
  9. Dois Copos
  10. Brown-Brown
  11. Rádio Diáspora

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Produção CulturalSuper Novas

CCSP apresenta ORUÃ e marianaa – Shows comemoram os 15 anos do selo carioca Transfusão Noise Records

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Do Rio de Janeiro, Oruã e marianaa chegam a São Paulo para mostrar ao vivo o repertório de seus mais recentes lançamentos na noite de sexta-feira, 8 de março, no Centro Cultural São Paulo.

Oruã, da capital, apresenta o álbum Sem Benção / Sem Crença, e singles como “Malquerências”, “Vitin” e “Mother Sky” (CAN). Do norte fluminense, da cidade de Campos dos Goytacazes, o trio marianaa traz, além de experimentações, a apresentação do álbum sdds role lixo, o primeiro de sua discografia e que foi lançado também em versão vídeo. Oruã e marianaa trazem ainda as versões que fizeram no split Marginal Alado, uma homenagem ao vocalista do Charlie Brown Jr, Chorão.

 

A noite comemora os 15 anos do selo carioca Transfusão Noise Records, responsável por dar nova cara ao indie brasileiro que transitava após a virada dos anos 2000. Reconhecida como grande fomentadora da cultura faça-você-mesmo, a Transfusão trouxe as produções manuais de volta ao cool com a confecção de fitas cassetes, camisetas, zines e colagens, além de dar outros ares, mais tropicais e experimentais, às gravações lo-fi, preservando o trato caseiro que um dia deu início ao termo “rock alternativo”.

Serviço:

ORUÃ e marianaa no CCSP – 15 anos de Transfusão

Sexta-feira, 8 de março

Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1000 | São Paulo

A partir das 19h

Ingressos: R$25 (inteira) | R$12,50 (meia)

Sobre ORUÃ:

(Foto – Karin Santa Rosa)

ORUÃ é filho do centro, nasceu à noite e frequenta os bailes pela madrugada. Formado por Lê Almeida, João Luiz e Phill Fernandes, o conjunto emergiu no final de 2016 durante sessões de improviso no Escritório (RJ), onde tudo era gravado em cassete, recortado, remontado e colado, dando origem ao disco Sem Bênção / Sem Crença (2017), lançado no Brasil pela Transfusão Noise Records e distribuído nos Estados Unidos, em LP duplo, via IFB Records.

Sob nuances de krautrock e free jazz, as letras, sempre em português, trazem mensagens codificadas e simbologias teleguiadas, fazendo da música uma potencial arma. Ao vivo, o ORUÃ é palco para a fraternidade, contando com eventuais participações, entre percussão, saxofone e alguns vocais extras.

Desde o lançamento do primeiro álbum, viajou longas distâncias no Brasil, visitando cidades como São Paulo, Goiânia, Natal e Rio Grande do Sul, estendendo-se a algumas datas também no Uruguai, em 2018. A produção musical não ficou atrás e a banda apresentou, desde então, os splits Creme, com a Goldenloki, e Marginal Alado, com o trio marianaa; lançaram alguns singles, como “Vitin” e “Malquerências”.

Atualmente, encontram-se gravando o segundo disco, ROMÃ, também todo registrado em fita cassete.

Sobre marianaa:

(Foto – Divulgação)

O grupo marianaa traz diálogos inesperados entre as guitarras de Danilo Nagib e David Dinucci. Pontuando apenas o necessário, o baterista Bernardo Arenari completa o trio formado em Campos dos Goytacazes, cidade localizada numa extensa planície no norte fluminense, no Rio de Janeiro. Ao depurar o que ficou conhecido como midwest emo, a mari cria dedilhados inspirados por American Football, empire! empire!, TTNG e outras bandas. Lançado em 2018 pela Beira Rio Records, o debute sdds role lixo reafirma a máxima de que o simples é o oposto do fácil. No decorrer de um longo processo de amadurecimento, eles aprenderam a compor em português, dispensaram o baixo, depois as palhetas, desligaram os pedais de distorção, gravaram, regravaram, alçaram o silêncio ao posto de 4º integrante e finalmente se encontraram como banda. O lançamento também ganhou versão em vídeo e pode ser assistido no YouTube. (por Eduardo Vasconcelos, no Database.fm)

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Rashid aposta em animação em clipe novo – “Não É Desenho” abre o lançamento de inéditas do rapper em 2019

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“Cada track nova é um reinício”, canta Rashid em “Não É Desenho”, inédita que lança neste mês de janeiro e com a qual dá continuidade a seus singles-clipes estilosos lançados desde o disco CRISE. Com mais essa no repertório, o rapper apresenta algo mais urbano e pesado, em contraste com a última, “Interior”, lançada em dezembro, em que revisita o boombap e temas interioranos; agora, a base mais moderna, entre o trap e o grime, dá o grave do som e a tônica do clipe, uma animação que foi buscar em filmes e HQs as referências para assumir, segundo seus produtores, uma identidade underground.

Rashid se põe a falar verdades enquanto traz a influência dos heróis de quadrinhos e desenhos para a rima, desta vez com o propósito de ressaltar quais superpoderes também temos, independente de usar capa, como Marielle Franco, lembrada por ele em um dos versos. O instrumental pede a faceta mais real do rap, da lírica, da maneira como se fala sobre a rua, por isso, no flow, o MC vai e vem nos contratempos da batida para encaixar frases extensas e contar como as ideias rimam tanto quanto as palavras quando diz, entre outros, “Vim com tanta garra que eles já ‘tão desconfiando que botaram adamantium nos meus ossos” e “Realidade custa. Pra noiz é duas vez mais pesada, por isso assusta”.

O clipe é a primeira animação em sua videografia e foi feito com a técnica conhecida como rotoscopia, em que desenha-se por cima de cenas gravadas para depois animar quadro a quadro. A escolha das (poucas) cores e o estilo lembram a sujeira de Sin City, um trato visual que veio acrescentar mais uma linguagem, o design gráfico, ao vasto leque de experimentações do artista. A produção visual é assinada pelo estúdio Miopia também responsável pela arte no primeiro livro de Rashid, Ideias que rimam mais que palavras, de 2018 – e pela produtora audiovisual Giramundo Filmes.

Sobre o lançamento, ele afirma que este é um dos trabalhos mais legais que já fez em sua carreira, tanto por explorar algo ainda inédito quanto por trazer para a música um pouco da cultura geek que acompanha de perto. “ ‘Não É Desenho’ é um paralelo entre nossa realidade e aquilo que gostaríamos que ela fosse, criando uma ponte entre os mundos”, diz ele de maneira mais poética para descrever, na verdade, o choque de realidades que há nas entrelinhas da vida real.   

(Por Miopia)

Em janeiro, Rashid apresenta-se gratuitamente em São Paulo durante os Jogos de Verão do Parque Villa Lobos, no domingo (20), e no Rio de Janeiro, no Parque da Bola, no Maracanã, no sábado (26), com Emicida e Rael.

Ouça “Não É Desenho”: http://smb.lnk.to/NaoEDesenho

(Por Miopia)

Ficha técnica “Não É Desenho”:

Música:

Letra e voz: Rashid

Produção: Skeeter

Mix e master: Luiz Café

Vídeo:

Roteiro: Miopia e Giramundo Filmes

Direção: Miopia e Giramundo Filmes

Edição: Giramundo Filmes

Ilustrações e animação: Miopia

Realização: Miopia e Giramundo Filmes

Agenda:

Domingo, 20 de janeiro

Rashid nos Jogos de Verão 2019

Parque Villa Lobos | Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 | São Paulo

Das 15h30 às 17h

Gratuito

Sábado, 26 de janeiro

Rolé com Rashid, Emicida e Rael

Parque da Bola – Maracanã | Av. Presidente Castelo Branco, s/nº, portão 3 e Rua Professor Eurico Rabelo, 18, portão 4

A partir das 21h

Ingressos: Pista – R$20 (meia), R$40 (inteira) | Área Vip – R$40 (meia), R$80 (inteira)

Venda online via Bilheteria Digital

Classificação: 18 anos

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Rashid e RAPadura Xique-Chico apresentam parceria em nova música, “Interior”

Rashid e Rapadura – foto Evandro Macedo – 1

“Interior” é a nova música de trabalho de Rashid e uma parceria com RAPadura Xique-Chico, compositor e produtor natural de Fortaleza. Apesar da distância geográfica que os separa, o paulistano e o cearense dividem muito mais do que o apreço pelas rimas e estão em busca da diversidade musical que pode caber dentro de um rap, como demonstram nessa co-autoria.

Com beats e produção de Skeeter, a composição ganhou colagens por DJ RM e o tema reflete sobre o interior, aquele do íntimo de cada um e ainda o mais amplo, aquele dos sertões e da vida longe dos grandes centros, experiência pessoal vivenciada por ambos no decorrer de suas histórias.

O interior para Rashid e RAPadura, como mostrado na letra, se estende por questões pessoais, políticas e até da linguagem, na qual gastam o vocabulário (entre gírias, expressões regionais e neologismos) para encaixar palavras de efeito e sentido ao abordarem atualidades como xenofobia, movimentos sociais e preconceito de classe. Isso sem perder a métrica (que se consagra a cada speed flow) e com a surpresa de um refrão pop para dar a dinâmica entre um verso e outro.

A nova música vem acompanhada de videoclipe dirigido por Devasto Prod e filmado na região de Santa Bárbara d’Oeste, interior noroeste do estado de São Paulo.

Com este lançamento, Rashid encerra 2018, ano em que lançou CRISE, seu segundo álbum de estúdio, com o qual firmou o prestígio de ser considerado um dos rappers mais influentes do país, capaz de falar à molecada e à elite cultural através de um rap mais acessível mas nem por isso mais raso. CRISE ganhou indicações como melhor disco do ano já no primeiro semestre, tendo sido nomeado em listas como a da APCA e de blogs especializados. O rapper conquistou a marca de 1.3 milhão de ouvintes mensais no Spotify, e já ultrapassa 34 milhões de streams no Spotify e 12 milhões no YouTube com a faixa “Bilhete 2.0”, lançada originalmente em 2010 e que ganhou parceria do carioca Luccas Carlos na versão lançada no CRISE. Esta música soma-se às outras já consideradas hits de Rashid como “Gratidão”, “Se Tudo Der Errado Amanhã” e “Ruaterapia”.

Em dezembro, Rashid apresenta-se no Rio de Janeiro, dia 14, no Convicção Festival, e dia 22 em São Paulo, na Audio Rap, noite dividida com Emicida, Drik Barbosa e Rael. O rapper é um dos nomes confirmados para o Lollapalooza 2019 e deve anunciar novidades já no começo do ano que vem.

Ouça “Interior” em todas as plataformas: https://smb.lnk.to/Interior

(Foto – Evandro Macedo)

Ficha técnica:

Música:

Letra e Voz: Rashid e RAPadura
Produção: Skeeter
Scratches: DJ RM
Mix e Master: Luiz Café

Vídeo:

Direção: Devasto Prod.
Fotografia: Evandro Macedo
Câmera: Devasto e Evandro
Drone: Nenê Fluxo Imagem
Produção: Pedro Natan e Daniela Rodrigues
Assistente geral: Rafael Wilkpowes

Mediante autorização, possui cenas gravadas na Usina Santa Bárbara, em Santa Bárbara d’Oeste (SP), patrimônio tombado pelo decreto 3828/2008.

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Distúrbio FemininoSuper Novas

Paula Cavalciuk tem clipe indicado ao UK Music Video Awards 2018

Paula Cavalciuk – Morte e Vida Uterina 2

Um ano após ser lançado, videoclipe “Morte e Vida Uterina”, de Paula Cavalciuk, acaba de receber indicação como melhor animação no UK Music Video Awards 2018, prêmio londrino que chega à décima edição este ano. A música faz parte do álbum de estreia da compositora, Morte & Vida, lançado em 2016.

Assinado por Daniel Bruson, o clipe é uma animação em stop-motion feita com minúcia e muita identidade. A combinação foi proposital para dar o tom cantado por Paula, uma dolorosa canção sobre as glórias e desafios de se descobrir mulher. Bruson, diretor de animação já premiado no Brasil, deu vida e música a objetos inanimados, compondo as cenas que desenrolam o desabrochar feminino.

A sensibilidade das cenas e da letra mostra que este trabalho pode ser entendido além da língua portuguesa, como comprovam as outras indicações internacionais já dadas ao vídeo, como no Motion Awards by Motionographer, Quirino Awards, ANNY – Animation Nights New York, 29th New Orleans Film Festival, Bang Awards, além de figurar nas seleções oficiais de exibição nos festivais Anima Mundi, Lugar de Mulher É no Cinema, Mostra 3M de Arte Digital e outros.

No UK Music Video Awards 2018, Paula concorre ao lado de U2, Father John Misty, Aphex Twin, Sigrid e Toto Bono Lokua. Os vencedores serão revelados na festa de premiação em Londres, no dia 25 de outubro.

Indicações e festivais:

Anima Mundi 2018 (Brasil)

Motion Awards by Motionographer 2018 (EUA)

Quirino Awards (Portugal)

ANNY – Animation Nights New York 2018 (EUA)

Flux Screening Series 2018 (EUA)

Lugar de Mulher É no Cinema 2018 (Brasil)

Bang Awards 2018 (Portugal)

Mostra 3M de Arte Digital 2017 (Brasil)

18º Goiânia Mostra de Curtas 2018 (Brasil)

29th New Orleans Film Festival 2018 (Estados Unidos)

Music Video Festival 2018 (Brasil)

UK Music Video Awards 2018 (Inglaterra)

 

Ficha técnica:

Letra e música: Paula Cavalciuk

Direção, animação, roteiro e montagem: Daniel Bruson

Argumento: Paula Cavalciuk e Daniel Bruson

Assistência de produção: Rafael Bruson Moretti

Produção executiva: Samantha Alves Silveira

Apoio institucional da Prefeitura Municipal de Sorocaba – Secretaria de Cultura, Lei nº 11.066/2015

 

Ouça Morte & Vida: Spotify | YouTube | Deezer | Apple Music

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