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Herod toca Kraftwerk ao vivo: banda apresenta álbum-tributo na íntegra em show de lançamento no sábado, 21 de outubro

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A Herod tem na discografia seis lançamentos (4 álbuns e 2 EPs) realizados desde 2008. Base para a formação do selo Sinewave, a banda, criada em 2006 e primeiramente batizada de Herod Layne, logo tornou-se referência do post-rock e noise brasileiros, o que fomentou o nicho e agregou bandas desses estilos ao catálogo do selo, hoje um dos mais bem estruturados do país.

Passados os álbuns autorais, em 2017, a Herod deu um passo fora da curva e colocou no ar um álbum-tributo aos icônicos alemães Kraftwerk com o título direto: Herod Plays Kraftwerk. Mesmo que sejam versões, o compilado de faixas, sete no total, têm em si o caráter de música própria já que recriar este repertório demandou criatividade de compositor. Refazer os efeitos eletrônicos com o orgânico de baixo, guitarra e bateria, foi também uma criação intuitiva que precisou ser desenvolvida com vários estudos percussivos, de timbres e pedais.

 

Lançado em 1 de setembro, agora é a hora de começar a ver Herod Plays Kraftwerk no palco. Já testado ao vivo em 2016 com shows em Santo André (74Club), Sorocaba (Asteroid) e São Paulo (Casa do Mancha e Sesc Pompeia), a estreia com o disco na mão acontece no sábado, 21 de outubro, na Associação Cultural Cecília, também em São Paulo.

Na ocasião, a Herod recebe Victor de Almeida (Projeto Sonho e Marinho), na segunda guitarra durante todo o show, e apresenta o álbum na íntegra.

Herod é Daniel Ribeiro (guitarra), Sacha Ferreira (guitarra), Elson Barbosa (baixo) e Bruno Duarte (bateria).

(Foto – Divulgação)

Serviço:

Herod Plays Kraftwerk – show de lançamento

Sábado, 21 de outubro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449 | São Paulo – SP

A partir das 19h | Show às 21h

R$15 (dinheiro/débito)

Ouça Herod Plays Kraftwerk: Bandcamp | Spotify | Deezer | Google Play

Siga Herod: Bandcamp | Facebook | Instagram

Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 190 álbuns lançados por eles. Contato: sinewave@sinewave.com.br

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Com nova formação, Macaco Bong faz show de lançamento do álbum Deixa Quieto no Sesc Pompeia

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Deixa Quieto foi o título abrasileirado que o Macaco Bong deu ao mais recente lançamento, um álbum-tributo a Nevermind, segundo disco de estúdio do Nirvana. Nesta incursão, gravada no Pico do Macaco, estúdio do Macaco Bong em São Paulo, o repertório original de 12 faixas foi recriado com o sabor do centro-oeste nacional.

Circulando há pouco mais de um mês, Deixa Quieto logo ganhou a atenção dos fãs do Macaco e também os da banda de Seattle, muitos deles pegos de surpresa com releituras tão fora do comum. Versões de Nevermind já eram tocadas nos palcos desde 2009 e, a partir do ano passado, entraram definitivamente no setlist dos shows. Recebidos com curiosidade pela plateia, os momentos de Nevermind já apontavam o grande interesse que este repertório poderia ter também fora do palco, em formato gravado.

Renomeando faixas como “Breed” para “Briza”, “Territorial Pissings” para “Territorial Piercing” e “Something in the way” para “Somente Whey”, Deixa Quieto faz jus à ideia de ser bilíngue linguística e musicalmente. Conduzidas pela guitarra baritone de Bruno Kayapy numa afinação bem longe da de Nevermind e com linhas pouco lineares de baixo e bateria, criadas e gravadas por Daniel Hortides (baixo) e Daniel Fumega (bateria), essas reinterpretações  vão fazer os fãs mais ardorosos da banda fundada por Kurt Cobain passarem por uma experiência bem diferente e nada grunge.

Agora com mais um guitarrista, Fabrício Pinho, oficializado como novo integrante no mês de setembro, Macaco Bong chega ainda mais barulhento nas apresentações ao vivo de Deixa Quieto. Com show no Sesc Pompeia, em 13 de outubro, o quarteto se prepara para mostrar o novo álbum e formação com pique digno de espírito adolescente.

Macaco Bong é Bruno Kayapy (guitarra baritone), Renato Pestana (bateria), Daniel Hortides (baixo) e Fabrício Pinho (guitarra).

Serviço:

Macaco Bong apresenta Deixa Quieto

Sexta-feira, 13 de outubro

Sesc Pompeia, Comedoria | Rua Clélia, 93 – São Paulo

Show às 21h

Ingressos: R$6 (comerciário), R$10 (meia-entrada), R$20 (inteira)

Venda online a partir de 3/10, no portal do Sesc: aqui.

Página do evento no Facebook: aqui

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Cecília Viva: 1º festival colaborativo beneficente à casa – 30/9 e 1/10

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A Cecília vai completar 9 anos de atividades em novembro e foram muitas mudanças desde 2008. De 13 sócios que fundaram a casa, hoje as despesas e responsabilidades são divididas apenas por 4. A casa sempre se manteve com os aluguéis das salas e algum lucro gerado pelo bar, mas este ano tivemos que fazer vários ajustes – incluindo dividir a bilheteria de shows e alugar o espaço para eventos.

Neste período, foram mais de 500 bandas recebidas, 90 artistas plásticos fazendo exposições diversas, incontáveis exibições de filmes independentes, presença de vários chefs de cozinha, grupos de dança, teatro, feiras e muitas outras ideias, como o Cordão Cecília (carnaval de rua) e nosso festival anual 3 pra 1, já uma tradição no calendário e que é realizado na rua todo mês de novembro, há 5 anos.

Quem trabalha para manter e fazer tudo isso nunca recebeu salário ou conseguiu fazer uma grana, pelo contrário, houve muito investimento. Tirando alguns eventos pontuais, a casa não conta com nenhum apoio de marca, expositor ou incentivo público. Nossa ideia sempre foi trabalhar de maneira autossustentável e autogerida, o que sempre nos garantiu a liberdade de programação que todo mundo conhece como característica da Cecília.

E neste tempo, como todo espaço de cultura alternativa sem patrocínio ou apoio, dívidas foram acumulando e fica quase impossível continuar levando este modelo de negócio e o alto custo para mantê-lo. A maior dívida é o aluguel da casa, que já tem data limite para ser acertada para podermos renovar o contrato e continuar as atividades.

(Foto por Caio Luiz)

Com o tempo curto e sem investimentos, pela primeira vez em nossa história, optamos por realizar um evento beneficente à própria casa. Em vez de fazer um crowdfunding neste momento (devido à taxa (30%) que fica com a plataforma, gastos com recompensas, tempo hábil), vamos abrir as portas nos dias 30/setembro e 1/outubro para receber 9 bandas pauladas que fazem parte de nossa história, num festival gratuito/pague quanto quiser pra colar muita gente mesmo.

Por enquanto, contamos com o apoio de todas as bandas – que tocarão sem cachê -, Estúdio Aurora, que nos cederá equipamentos, da cervejaria Guerrilha, que fornecerá as bebidas, a Vera Pasta, que ficará responsável pela cozinha, Rodrigo Chã pelas artes, Supernova pela comunicação, Menú da Música e de diversos apoiadores e amigos de nossa jornada.

Para quem quiser fazer doações de qualquer valor, de 19/9 a 6/10, estaremos recebendo depósito em conta bancária. A primeira parcela da dívida vence em 9/10 e esta data é decisiva na história da Cecília.

Este não é um momento fácil mas fazer este festival foi a maneira mais autêntica que achamos para comunicar nosso público de amigos e artistas sobre a situação atual.

Sabemos que podemos contar mais uma vez com todos vocês e que esta dificuldade é apenas momentânea. Vamos juntos manter a Cecília Viva.

Programação:

Bloody Mary

Rakta

Ema Stoned

Emicaeli

ACruz Sesper Trio

Patife Band

Autoramas

Test

*atração surpresa*

Serviço:

Cecília Viva – festival beneficente

29/setembro e 1/outubro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

Das 16h às 23h

Gratuito/Pague quanto quiser

Página do evento no Facebook aqui.

 

Dados para depósito:

Banco Bradesco
AG – 3144
CC – 4747-3
CNPJ – 10.717.826/0001-20

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Macaco Bong traz repertório de Nevermind, do Nirvana, para show único no Sesc Campinas (22/7)

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Macaco Bong é um dos maiores expoentes do rock instrumental brasileiro e mantém a fama com uma discografia primorosa de sete lançamentos. Entre álbuns e EPs, o power trio, de origem mato-grossense, cravou em muitos ouvidos um combinar experimental de stoner rock com música negra, folclórica e psicodélica, ganhando notoriedade em grandes festivais nacionais e estrangeiros.

(Foto: Karina Menezes)

Mesmo com tanto material autoral para contemplar o público, Macaco Bong agora também investe num set incomum e apresentações especiais do repertório completo de Nevermind, álbum seminal do Nirvana e que catapultou o então desconhecido grunge para o mundo das grandes gravadoras, em 1991. Referência para a banda, que sempre usou muitos pedais de distorção, recriar o clássico Nevermind para sua linguagem virtuosa e instrumental foi um trabalho de criatividade e horas testando frases de guitarra, experimentando timbres e fazendo a cozinha (baixo e bateria) assumir um protagonismo próprio, assim como o fizeram Krist Novoselic e Dave Grohl.

Este repertório de versões do Nirvana resguarda a identidade do Macaco Bong com muito groove e desconstrói as melodias com novos arranjos. Interpretado com audácia pelos integrantes, o tracklist foi pensado para ser mais pesado e com outra marcação de tempo, o que garante manter a assinatura bonguiana.

Em apresentação única no Sesc Campinas, no sábado, 22 de julho, o trio mostra essas composições com nostalgia revisitada para o público que poderá ter o melhor de dois mundos: um álbum clássico em versão totalmente inédita.

Macaco Bong é Bruno Kayapy (guitarra), Daniel Hortides (baixo) e Daniel Fumegaladrão (bateria).

Serviço:

Sábado, 22 de julho

Sesc Campinas | Rua Dom José I, 270/333 | Bonfim | Campinas (SP)

Horário: 16h30

Gratuito

Link do evento: aqui.

 

Produção Sinewave – www.sinewave.com.br

Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 180 álbuns lançados por eles. Contato: sinewave@sinewave.com.br

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Distúrbio FemininoProdução CulturalSuper Novas

Distúrbio Feminino reúne música e mídia feminista para terceira edição de festival (22/7)

Arte DF 3 – Por Ana Beatriz Resende – baixa 2

Evento fomenta a cultura do faça-você-mesma com encontro de gerações do punk feminista brasileiro, shows únicos, mídia independente e muita produção artística feminina.

O Riot Grrrl BR tem encontro marcado no dia 22 de julho durante a terceira edição do Distúrbio Feminino Fest!

A velha e a nova Escola do Punk Feminista Nacional vêm muito bem representadas com:

Dominatrix! Em apresentação dos 20 anos do primeiro álbum, Girl Gathering, o quarteto, fundado em 1995 e fundamental para o punk brasileiro, se reúne especialmente para tocar este clássico de 1997 e muitas outras essenciais de seu precioso catálogo. Apenas imperdível!

Charlotte Matou um Cara! Vem pra mandar a real sobre ser Mulher Punk no Underground atual e mostrar ao vivo toda a porrada do álbum de estreia, lançado em abril. Minas cospem fogo: vai ser explosivo.

Teremos as divinas forasteiras para shows únicos em SP:

Soror! O ressoar ancestral ecoa lá de Brasília e chega com densidade através do quarteto. Invocação, rituais. Sonoros. Experimentais. Explorar e extrapolar os instintos. Abstração. No repertório, faixas do primeiro EP (2014) e muitas inéditas.

Katze! De Curitiba, Katze é uma sensação. Trabalho solo de Katherine Zander, integrante do duo Cora, vamos celebrar as fases da Lua com ela e o repertório de Moon Phases of a Relationship, primeiro – e badalado – EP que saiu em março. Minimal jazz com o brilho das guitarras lo-fi e um marcante downbeat para acompanhar o mergulho nas estrelas.

Nas paredes, arte poética e guerrilheira com expo de lambes de Ryane Leão/Onde jazz meu coração.

Ainda na programação: roda e encontro sobre Mídia Feminista no mundo virtual e fora dele ::: como e porquê comunicar é empoderar ::: mulheres produtoras de conteúdo que usam meios variados como ferramenta para o Novo Feminismo. Com participação de:

PapodeMulher – canal no YouTube

Beliza Buzollo/Na Ponta da Língua – quadrinhos

Ryane Leão/Onde Jazz Meu Coração – lambe/poesia

Monique Dardenne Women’s Music Event

Cris Rangel/Lôca do play – livro/poesia

Maria Luísa Lopes/Delirium Nerd – blog cultura pop

Luciana Roedel e Marina Marchesan/PPKdanada – zine

Camila Visentainer/Melão Cólica/Coletivo Cósmico – zine

+ a confirmar

Bazares e comidas também fazem parte:

Expositorxs:

Coletivo Cósmico – bordados, desenhos e outras produções manuais do coletivo artístico de Santo André

PPKdanada Zine (RJ)

Pedra – joias de prata de Luciana Roedel

Bertha Lutz – merchs especiais da banda mineira

L’oiseau Acessórios Vintage – acessórios raros de toda parte do mundo

Empodera Distra – camisetas, moletons, bottons e mais artigos lindos de nossas bandas feministas preferidas!

Camisetas da XXT Power

Pussy Art – bijuterias artesanais de ppks

Atitudiyane – bijux de bucetinha

+ a confirmar

Cozinha:

Fernanda Gamarano, guitarrista/vocalista da Der Baum e fotógrafa talentosa, vem trazer as delícias de seus quitutes da Fefas Massa.

Discotecagem 101% Distúrbio Feminino Hits e Grrrl Germs Essentials!

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Serviço:

3º Distúrbio Feminino Fest

Sábado, 22 de julho

Associação Cultural Cecília | Rua Vitorino Carmilo, 449 | São Paulo

A partir das 15h

Classificação livre

Ingressos: R$15 (antecipado/reserva) | R$20 (no dia)

Vendas apenas em dinheiro

Ingressos limitados

Lote de ingressos antecipados: 100 unidades

Reserve por email (contato@supernova.mus.br) ou telefone/whatsapp (11 94148.2842)

Link do evento no Facebook, aqui.

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Live streaming por Menu da Música.

Realização: Supernova

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O Distúrbio Feminino é uma plataforma de empoderamento feminino através da música e das artes. Tem foco na produção nacional mas está de olho no mundo todo. Produz conteúdo em zine, blog e podcast, além de produção de eventos e artistas. 

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Patife Band faz show de 30 anos de Corredor Polonês no Sesc Campinas (15/7)

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Patife Band, inclassificável e longeva banda dos anos 80, está na ativa e acaba de acertar uma apresentação no Sesc Campinas, no dia 15 de julho. O quarteto agora é formado por Paulo Barnabé, fundador e líder do grupo desde 1983 no vocal e percussão, Fábio Gouvea (guitarra), Felipe Brisola (baixo), Elvis Toledo (bateria) e Richard Fermino (sax alto e barítono).

(Foto: Rodrigo Fonseca)

Nos últimos anos, a Patife tem se reunido para shows esporádicos pela capital paulista e interior paraense, sendo sensação para todas as idades e mostrando o brilho criativo que tornou a banda renomada no país e exterior como parte da Vanguarda Paulista – período de experimentações e novas linguagens, indo das ideias eruditas à música brasileira, punk rock e o atonalismo. 

A Patife atravessou as décadas como poucos e reinventa seu repertório curto (de apenas um álbum oficial) a cada apresentação. Este show em Campinas é comemorativo aos 30 anos de lançamento do debut, Corredor Polonês, álbum de importância imperecível para o rock brasileiro, e traz também algumas novas composições.

Referência para as gerações dos anos 80, 90, 2000 e 2010, a Patife Band inspira artistas e público até hoje e no palco não deixa a desejar: conquista fãs novos sem deixar os mais velhos no saudosismo. Atualmente em estúdio, o grupo se dedica a compor um trabalho inédito.

(Arte de Gabriel Muchon)

Serviço:

Patife Band no Sesc Campinas

Sábado, 15 de julho

Sesc Campinas | Rua Dom José I, 270/333 | Bonfim | Campinas (SP)

Horário: 16h30

Gratuito

Link do evento: aqui.

 

Produção Sinewave – www.sinewave.com.br

Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 180 álbuns lançados por eles. Contato: sinewave@sinewave.com.br

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Sinewave promove festival no Z Carniceria

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Evento reúne Macaco Bong, Huey e The Tape Disaster durante a Z(te) Mostra, dia 31 de março

A música instrumental vai estar bem representada na noite de sexta-feira (31), no Z Carniceria, com o primeiro festival do selo e produtora Sinewave em 2017.

Tornando-se uma tradição no calendário do selo, os festivais apresentam as variadas linguagens musicais dentro da Sinewave, que vão do post-rock ao shoegaze e englobam toda e qualquer vertente da Música Torta. Experimentalismo, virtuose, sinfonias barulhentas, peso e dissonância somam ao pacote, principalmente ao vivo, e é o que não vai faltar na apresentação que junta Macaco Bong (MT), Huey (SP) e The Tape Disaster (RS). Da guitarra afro aos acordes de um bom heavy metal setentista, a noite vai ser especial para quem procura técnica mas não dispensa um improviso.

O trio Macaco Bong, formado em Cuiabá (MT), em 2002, firmou-se como um dos maiores com sua trajetória e discografia. Trabalhando para divulgar o último álbum, chamado apenas de Macaco Bong, o repertório da apresentação tem faixas deste novo trabalho e versões para músicas do Nevermind, álbum do Nirvana, que o grupo tem executado ao vivo desde o ano passado. Huey, quinteto paulistano, mostra algumas da estreia Ace (2014), o single de 2016 “Adeus Flor Morta” e algumas inéditas, presentes no novo álbum, com previsão de lançamento no segundo semestre. Já The Tape Disaster vem estrear o novíssimo Oh! Myelin, em São Paulo. Marcado para ser lançado no dia 24/março, este é o primeiro álbum cheio dos gaúchos, que já contam com dois EPs e um single lançado entre 2011 e 2016.

Além de uma noite para contemplar a diversidade de estilos do Nacional Instrumental, esta edição do Festival Sinewave também serve para colocar em vitrine a produção musical espalhada pelo Brasil.

(Arte por Alexandre Palacio)

Serviço:

Festival Sinewave com Macaco Bong, Huey e The Tape Disaster

Sexta-feira, 31 de março

Z Carniceria | Av. Brigadeiro Faria Lima, 724 – Pinheiros | São Paulo (SP)

Horário: A partir das 22h

Ingressos: R$15 (antecipado) | R$25 (porta) | venda online
Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 170 álbuns lançados por eles. Contato: sinewave@sinewave.com.br

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Vitché, Jana Joana e Leonardo Eidi abrem exposição durante o 5º Festival Trespraum

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Anualmente, o Festival Trespraum reúne música, arte e gastronomia em evento gratuito sediado na Associação Cultural Cecília (SP). Para esta edição, as artes visuais ficam com os renomados Vitché, Jana Joana e Leonardo Eidi.

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(“O Circo da Vida”, de Jana Joana)

Entre gravuras, fotos, peças em madeira e muita criatividade, o trio inaugura exposição com trabalhos diversos e artigos inéditos. Vitché vem mostrar a assinatura que o faz conhecido internacionalmente com pinturas, gravuras e outras linguagens, como suas famosas esculturas. Jana Joana e Leonardo Eidi – ela, desenhista e pintora, ele, fotógrafo – trazem exposição de gravuras e fotos com temas sobre a consciência e a sabedoria.

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(Escultura em madeira, de Vitché)

O Trespraum ainda traz programação com 8 shows, bazares da Casa de Pandora, feira de cervejas artesanais, foodtrucks e espaço kids (com monitores).

O 5º Festival Trespraum é uma realização da Associação Cultural Cecília com co-realização de Movimento Cervejeiro e Cervejaria Guerrilha!.

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(Arte: Pedro Gesualdi)

:: Programação ::

11h – início

13h – Música de Selvagem

14h05 – René Ferrer

15h10 – Brastislava

16h20 – Emicaeli

17h10 – Patife Band

18h40 – Elephant Run

19h50 – Show surpresa

21h – Autoramas

22h – encerramento

:: Serviço ::

5º Festival Trespraum

Com: shows, feira de cervejas, foodtrucks, espaço kids, bazares, artes visuais

Sábado, 10 de dezembro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

Santa Cecília – São Paulo (SP)

Gratuito

Das 11h às 22h

Mais informações aqui.

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5º Festival Trespraum reúne música, artes e gastronomia em evento gratuito

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O Trespraum faz parte do calendário anual da Associação Cultural Cecília e é realizado gratuitamente na rua. Marcado para 10 de dezembro (sábado), a edição 2016 tem co-realização do Movimento Cervejeiro, coletivo que traz feira de cervejas artesanais com alta diversidade de títulos nacionais.

O palco é vitrine para artistas e bandas que se apresentaram durante o ano e recebe os shows de Autoramas, Patife Band, Emicaeli, Bratislava, Elephant Run, René Ferrer e Música de Selvagem. A escalação ainda tem um show surpresa, a ser anunciado no dia do festival.

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(Autoramas faz show com nova formação. Foto: Jens Keller)

Bazares com curadoria da Casa de Pandora, foodtrucks e espaço kids (com monitores durante todo o evento) fazem parte da programação. Privilegiando também as artes visuais, o Trespraum traz os artistas plásticos Jana Joana, Vitché e Leonardo Eide Hocoya em intervenções ao vivo e exposições.

O 5º Festival Trespraum é uma realização da Associação Cultural Cecília com co-realização de Movimento Cervejeiro e Cervejaria Guerrilha!.

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(Arte: Pedro Gesualdi)

Serviço:

5º Festival TrespraUm

Com: shows, feira de cervejas, foodtrucks, espaço kids, bazares, artes visuais

Sábado, 10 de dezembro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

Santa Cecília – São Paulo (SP)

Gratuito

Das 11h às 22h

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Giallos apresenta álbum Amor Só de Mãe no Sesc Pompeia

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Amor Só de Mãe é o segundo álbum de estúdio do Giallos, trio punkblues de Santo André. Contundente, o disco arrancou palavras de admiração por conta da sagacidade das canções, audácia das letras e shows explosivos.

Episódios musicados sobre controvérsias políticas, morais e das relações pessoais, o disco tem pouco mais de 30 minutos e resume, em peso e fúria, um fardo pós-moderno: ser consciente da ludibriação dos meios e do sistema e estar sufocado por uma opressão disfarçada de democracia.

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(Foto: Fabio Zerbini)

De viés sociológico e histórico, Giallos leva para o Sesc Pompeia o set de Amor Só de Mãe e um adendo com a peça “Lenin”, baseada num conto de mesmo nome do escritor Jairo Costa e encenada pelo Nucleozonaautônoma, coletivo teatral também de Santo André.

“Lenin” tem contexto político e trata da tentativa de um homem que quer voltar ao passado para reivindicar sua juventude desperdiçada perante um sindicato em São Bernardo do Campo. A narrativa da peça se desenvolve junto ao repertório da banda, intercalando roteiro com música e dando dinâmica à apresentação.

Giallos Lenin é uma prova de resistência artística e criativa. Em tom subversivo, este espetáculo é um ato transgressor e formulado para mentes pensantes.

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(Arte: Zumbidor)

Amor Só de Mãe foi lançado em abril pelo selo Transfusão Noise Records (RJ). Giallos é Claudio Cox (voz, cassiotone, theremin), Luiz Eduardo Galvão (guitarra) e Flavio Lazzarin (bateria).

“Lenin” é uma criação teatral do Nucleozonaautônoma. Interpretada por Talita Araújo e Marcio Castro, a peça é baseada no conto de mesmo nome de Jairo Costa (Editora Estranhos Atratores).

Serviço:

Giallos Lenin

25 de novembro

Comedoria do Sesc Pompeia | Rua Clélia, 93 | São Paulo (SP)

Ingressos: R$6 (credencial plena) | R$10 (meia) | R$20 (inteira)

Vendas online pelo site do Sesc a partir de 16/11 às 17h30

Vendas nas unidades do Sesc a partir de 17/11 às 17h30

Horário: 21h30 (pontualmente)

Conheça:

Giallos

Nucleozonaautônoma

Editora Estranhos Atratores

Transfusão Noise Records

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