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Incesticide é diferente dentro da discografia do Nirvana.

Não foi composto para ser um disco.

Em 1992, o selo DGC, parte da gravadora Geffen Records, exigia um novo álbum após o sucesso astronômico de Nevermind no ano anterior.

Kurt Cobain teve total autonomia para escolher as faixas, criar as artes e escolher faixas que passam pelo punk, metal, pop e stoner. O setlist apresenta composições dos primórdios do Nirvana, gravadas em diferentes cidades, estúdios e que envolveram quatro bateristas diferentes: Chad Channing, Dan Peters (Mudhoney), Dale Crover (Melvins) e Dave Grohl.

Pintura original feita por Kurt Cobain e usada na composição da arte de capa.

O repertório com lados B, demos e versões, é um punhado de referências isoladas e aleatórias que sempre fizeram parte do imaginário do Nirvana. Interpretar The Vaselines e Devo já dá a deixa da extensão das referências; punk rock distorcido, microfonia, lo-fi também fazem parte.

Lançado em 14 de dezembro de 1992, Incesticide agora completa 25 anos. Penúltimo trabalho do Nirvana antes da morte de Kurt Cobain, esse compilado já rendeu muita trilha nas festinhas, pogos e hits como “Dive”, “Sliver” e “Aneurysm”.

Para comemorar a data e reforçar o brilhantismo dessa obra um tanto tosca, uma banda formada para executar o repertório de Incesticide na íntegra faz show único em São Paulo, no dia 12 de dezembro. Composta por integrantes de bandas como Emicaeli, Combover, Caimbra, Dercy e Sheila Cretina, a formação tem Alexandre Pereira (guitarra e voz), Caio Casemiro (bateria e voz), Carlos Eduardo Freitas (baixo e voz) e Renato Joseph (voz), e leva a alcunha de Incesticiders.

 

Serviço:

25 anos de Incesticide: show-tributo ao álbum do Nirvana

Terça-feira, 12 de dezembro

Associação Cultural Cecília

Rua Vitorino Carmilo, 449

A partir das 19h | Show às 21h

R$10 (dinheiro/débito)

Promo de bebidas no dia!

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Supernova

Escrito por Supernova

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