close
Produção CulturalSuper Novas

CCSP apresenta ORUÃ e marianaa – Shows comemoram os 15 anos do selo carioca Transfusão Noise Records

Oruã e marianaa no ccsp – poster 3

Do Rio de Janeiro, Oruã e marianaa chegam a São Paulo para mostrar ao vivo o repertório de seus mais recentes lançamentos na noite de sexta-feira, 8 de março, no Centro Cultural São Paulo.

Oruã, da capital, apresenta o álbum Sem Benção / Sem Crença, e singles como “Malquerências”, “Vitin” e “Mother Sky” (CAN). Do norte fluminense, da cidade de Campos dos Goytacazes, o trio marianaa traz, além de experimentações, a apresentação do álbum sdds role lixo, o primeiro de sua discografia e que foi lançado também em versão vídeo. Oruã e marianaa trazem ainda as versões que fizeram no split Marginal Alado, uma homenagem ao vocalista do Charlie Brown Jr, Chorão.

 

A noite comemora os 15 anos do selo carioca Transfusão Noise Records, responsável por dar nova cara ao indie brasileiro que transitava após a virada dos anos 2000. Reconhecida como grande fomentadora da cultura faça-você-mesmo, a Transfusão trouxe as produções manuais de volta ao cool com a confecção de fitas cassetes, camisetas, zines e colagens, além de dar outros ares, mais tropicais e experimentais, às gravações lo-fi, preservando o trato caseiro que um dia deu início ao termo “rock alternativo”.

Serviço:

ORUÃ e marianaa no CCSP – 15 anos de Transfusão

Sexta-feira, 8 de março

Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1000 | São Paulo

A partir das 19h

Ingressos: R$25 (inteira) | R$12,50 (meia)

Sobre ORUÃ:

(Foto – Karin Santa Rosa)

ORUÃ é filho do centro, nasceu à noite e frequenta os bailes pela madrugada. Formado por Lê Almeida, João Luiz e Phill Fernandes, o conjunto emergiu no final de 2016 durante sessões de improviso no Escritório (RJ), onde tudo era gravado em cassete, recortado, remontado e colado, dando origem ao disco Sem Bênção / Sem Crença (2017), lançado no Brasil pela Transfusão Noise Records e distribuído nos Estados Unidos, em LP duplo, via IFB Records.

Sob nuances de krautrock e free jazz, as letras, sempre em português, trazem mensagens codificadas e simbologias teleguiadas, fazendo da música uma potencial arma. Ao vivo, o ORUÃ é palco para a fraternidade, contando com eventuais participações, entre percussão, saxofone e alguns vocais extras.

Desde o lançamento do primeiro álbum, viajou longas distâncias no Brasil, visitando cidades como São Paulo, Goiânia, Natal e Rio Grande do Sul, estendendo-se a algumas datas também no Uruguai, em 2018. A produção musical não ficou atrás e a banda apresentou, desde então, os splits Creme, com a Goldenloki, e Marginal Alado, com o trio marianaa; lançaram alguns singles, como “Vitin” e “Malquerências”.

Atualmente, encontram-se gravando o segundo disco, ROMÃ, também todo registrado em fita cassete.

Sobre marianaa:

(Foto – Divulgação)

O grupo marianaa traz diálogos inesperados entre as guitarras de Danilo Nagib e David Dinucci. Pontuando apenas o necessário, o baterista Bernardo Arenari completa o trio formado em Campos dos Goytacazes, cidade localizada numa extensa planície no norte fluminense, no Rio de Janeiro. Ao depurar o que ficou conhecido como midwest emo, a mari cria dedilhados inspirados por American Football, empire! empire!, TTNG e outras bandas. Lançado em 2018 pela Beira Rio Records, o debute sdds role lixo reafirma a máxima de que o simples é o oposto do fácil. No decorrer de um longo processo de amadurecimento, eles aprenderam a compor em português, dispensaram o baixo, depois as palhetas, desligaram os pedais de distorção, gravaram, regravaram, alçaram o silêncio ao posto de 4º integrante e finalmente se encontraram como banda. O lançamento também ganhou versão em vídeo e pode ser assistido no YouTube. (por Eduardo Vasconcelos, no Database.fm)

Siga Oruã: Spotify | Instagram | Facebook

Siga marianaa: Spotify | Instagram | Facebook

leia mais
Distúrbio FemininoSuper Novas

Lil Ci$$a traz renovação ao rap infantil – 10 anos e muitas rimas no bolso

Lil Ci$$a – Slime Azul (Foto reprodução) (4)

TrapStar de primeira, Lil Ci$$a estreia na música com o clipe de “Slime Azul”, versão escrita por ela, de 10 anos, em cima da base de “Bodak Yellow”, da norte americana Cardi B.

Lil Ci$$a rima brincando. Essa estreia, mesmo que uma versão, já mostra que rimar com boas ideias é ponto forte de Ciça, que juntou vivências de seu universo para cantar os costumes das crianças de sua idade, como a gosma Slime, sensação nas escolas, até personagens que atravessam gerações, como o Chris, de Todo Mundo Odeia o Chris.

Letra lúdica, jogos de palavras. O clipe, divertido como brincadeira de criança, tem como cenário a periferia da Zona Sul de São Paulo. Um rolezinho no shopping, encontrar as amigas, ostentar uns pacotes de salgadinhos e doces amarram um roteiro que é a cara das tardes de sábado entre os pré-adolescentes.  

Gosto de brincar, gosto de estudar, não posso só assistir cartoon. Levanta a cabeça, princesa, nem todo castelo é do Rá-Tim-Bum” é apenas uma das punchlines redondas que Ciça faz, talento que desenrola com o pai, Slim Rimografia, que, desde antes de seu primeiro álbum, o clássico Financeiramente Pobre (2003), já trazia referências da cultura pop e rimas incomparáveis.

“Rima é meu be-a-bá” 🎶 🔑

Com “Slime Azul”, Lil Ci$$a dá uma amostra do que vem pela frente, como lançar músicas autorais nos próximos meses e tirar muitos outros versos estilosos da cartola.

“Miga! A Lil Ci$$a, sua trapper favorita!”  🎶 🔑

Ficha técnica:

Música:

Original: Cardi B, “Bodak Yellow”

Letra por Lil Ci$$a e Slim Rimografia

Gravado e mixado por Slim Rimografia no Studio Mokado Records (SP)

Vídeo:

Imagens: Júnior Sá e Slim Rimografia

Direção e edição: Slim Rimografia

Hairstyling: Thais Rafael

Elenco: Rayssa Santos da Silva, Thais Rafael e Thaissa Santos da Silva

 

Siga Lil Ci$$a: Instagram

leia mais
1 2 3 19
Page 1 of 19